domingo, 9 de abril de 2023

Funarte MG abre exposição permanente do Miniteatro de Óperas

 Maria Lopes e Artes

Funarte MG abre exposição permanente do Miniteatro de Óperas

Criação de Carlos Villar reproduz cenários de espetáculos líricos

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Projeto de pesquisa para a mostra foi viabilizado por meio de Termo de Execução Descentralizado entre a Funarte MG e a UFMG (Fotografia: Pedro Nacif /Divulgação – Edição: CCOM Funarte)

AFunarte MG, regional da Fundação Nacional de Artes localizada em Belo Horizonte, inaugura nesta quinta-feira, 6 de abril, às 18h, a Exposição do Miniteatro de Óperas de Carlos Villar. De caráter permanente, a mostra fica disponível à visitação em sua primeira temporada de terça a sexta-feira, das 10h às 18h, e sábados, das 13h às 19h. O projeto de pesquisa para a exibição foi viabilizado por meio de Termo de Execução Descentralizado, firmado entre a Funarte MG e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

O evento de inauguração contará com apresentação da pesquisa realizada, com as curadoras Rita Lages Rodrigues e Maria Tereza Dantas Moura; a performance Fios de Vida, inspirada em memórias ancestrais e na dança butô, apresentada por uma marionete de fios conduzida por Nani Oliveira ao som de trilha sonora criada ao vivo por Vinícius Pelizari, com coordenação de Camila Polatscheck; além de apresentação de árias de óperas presentes no miniteatro, com coordenação musical da professora Luciana Monteiro de Castro, da Escola de Música da UFMG.

O Miniteatro é composto de mais de 700 objetos, entre cenários, bonecos, mobiliário e objetos cênicos, além da caixa cênica, uma maquete que reproduz o Theatro Municipal do Rio de Janeiro em miniatura. As peças possuem dimensões variadas e foram restauradas entre 2020 e 2021 por uma equipe coordenada por Maria Tereza Dantas Moura, que assina a curadoria da exposição junto com Rita Lages Rodrigues. Já a equipe de pesquisa foi coordenada pela professora Rita Lages, composta por conservadora-restauradora, museólogo, arquiteto, designer, profissional de teatro de boneco e técnico de iluminação.

Sobre o Miniteatro de Óperas

Idealizado e construído ao longo de 15 anos pelo ex-tenor Carlos José Villar nos anos 1960, o Miniteatro foi doado na década de 1980 pela família do artista ao projeto Memória das Artes Cênicas, da Funarte. A obra foi elaborada por Carlos Villar em homenagem ao maestro e compositor Carlos Gomes e reproduz cenários de espetáculos líricos, com oito óperas: “Tosca”, de Giacomo Puccini; “Aída”, “O Trovador”, “Rigoletto” e “La Traviata”, de Giuseppe Verdi; “Fausto”, de Charles Gounod; “Carmen”, de Georges Bizet; e “Mefistofele”, de Arrigo Boïto.

A curadoria da exposição busca reforçar o valor artístico e histórico da obra, considerando questões como o potencial educativo para sensibilização do público para o gênero artístico da ópera, do teatro de bonecos e para o patrimônio cultural e sua preservação. O acervo constitui material para reflexão sobre as relações culturais na sociedade, incluindo o que se nomeia popular, erudito e massivo. O artista Carlos Villar, quando criou o Miniteatro, levou a ópera para o teatro de bonecos e para o espaço interior de sua casa, o universo do privado, e, posteriormente, esse acervo tornou-se público, ao ser transferido para a Funarte, um elemento-chave para que a ópera seja relembrada e valorizada em uma relação lúdica com o teatro de bonecos, misturando linguagens e manifestações artísticas.

Na plateia e camarotes, os bonecos, com figurinos de época detalhados, representam os espectadores. No fosso da orquestra, eles se transformam em maestro e músicos, com seus respectivos instrumentos. Na apresentação dos espetáculos no apartamento de Villar, onde se encontrava o Miniteatro antes de seu falecimento e da doação, o artista, com a ajuda de um amigo, apresentava o espetáculo com música tocada na vitrola e manipulação dos personagens e cenários. Ao longo da pesquisa realizada, foram descobertos também bonecos, cenários e fotografias históricas da Ópera Madame Butterfly.

 

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Exposição permanente
Miniteatro de Óperas
de Carlos Villar

Inauguração: 6 de abril de 2023, às 18h

Visitação Gratuita
Primeira Temporada
Terça a sexta, das 10h às 18h | sábados, das 13h às 19h

Funarte MG
Rua Januária, 68, Centro, Belo Horizonte (MG)

Para agendamento de visitas em grupos: funartemg@funarte.br

Mais informações em www.gov.br/funarte

Feliz Domingo de Páscoa

 Maria Lopes e Artes.

Feliz Domingo de Páscoa

Maria Lopes e Artes.

Feliz Domingo de Páscoa





Que Deus o abençoe nesta Páscoa, e que essa benção dure o ano todo.
Que Deus te dê toda a fé que ainda falta para transformar todos os seus sonhos em realidade.
Que a Sua sabedoria e amor estejam sempre presentes para guiá-lo em seu caminho.
Que a luz de Cristo brilhe todos os dias para inspirar sua vida.
Que esta seja uma Páscoa cheia de bênçãos, com muita fé e alegria.
Feliz Páscoa!



 

                                       

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sábado, 8 de abril de 2023

Obrigada ao visitante do Blog. Maria Lopes que chegou de Chicago.

Maria Lopes e a Arte do Espetáculo

Obrigada ao visitante do Blog. Maria Lopes que chegou de Chicago. 





Veja  qual postagens foi observada no momento de sua chegada em 7 de Abril de 2023.

clicando no link 2 no final desta publicação.




O Brasil deixa sua marca em lindas cores no centro de Chicago, com a obra de Eduardo Kobra

 

Pra finalizar com grande estilo a nossa lista das 5 obras de arte mais famosas de Chicago, apresentamos o mural de Muddy Waters – grande ícone do Blues -, pintado por ninguém menos que o brasileiro Eduardo Kobra.

O artista revela em seu site que “a repercussão deste trabalho fez com que ele passasse a considerar esse, uma de suas mais importantes obras.” Kobra ainda revela que o painel abordou temas importantes como racismo, preconceito e desigualdade social.

O mural está localizado na área do Loop, na 17 North State Street e é impossível não percebê-lo ao passar por esta importante rua da cidade. O painel possui nove andar e está pintado no lado norte do prédio conhecido como Stevens Building. 

Link no final da postagem.

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 Templo de Maytreia em São Lourenço- Minas Gerais

Passeio em São Lourenço 
Fotos: Ivan Luiz de Andrade. 
Maria Lopes de Andrade tendo ao fundo Templo de Maytreia




Chicago, com a obra de Eduardo Kobra:


Dia Nacional do Sistema Braille.

 Maria Lopes e Artes

Dia Nacional do Sistema Braille.



189 anos de José Alvares de Azevedo, o professor cego que introduziu o Braille no Brasil

Educador recebeu homenagem do Google neste sábado, Dia Nacional do Sistema Braille
 Neste sábado (8), celebra-se o Dia Nacional do Sistema Braille, em homenagem ao aniversário de José Alvares de Azevedo, que completaria 189 anos. Cego, ele foi um importante professor brasileiro que teve um papel fundamental na introdução do Sistema Braille no país.

Nascido no Rio de Janeiro em 1834, Azevedo foi um dos primeiros educadores do Brasil a se preocupar com a educação de pessoas cegas. Na época, não havia muitas escolas ou instituições voltadas para esse público, o que tornava o acesso à educação difícil.

Em 1844, Azevedo viajou para a Europa para estudar novas técnicas de ensino. Foi lá que ele conheceu o Sistema Braille, que havia sido criado na França por Louis Braille em 1824. Azevedo ficou impressionado com a eficácia do sistema, que permitia que pessoas cegas pudessem ler e escrever com independência.


Ao retornar ao Brasil, Azevedo começou a trabalhar na criação de uma escola para cegos. O educador idealizou o Imperial Instituto dos Meninos Cegos, a primeira instituição brasileira voltada para a educação de pessoas com deficiência visual. Ele então introduziu o Sistema Braille no país, traduzindo manuais e materiais didáticos para o sistema de escrita em relevo

O trabalho de Azevedo foi essencial para que pessoas cegas no Brasil tivessem acesso à educação e pudessem se desenvolver plenamente. Ele faleceu precocemente, vítima de tuberculose, aos 19 anos, em 17 de março de 1954, exatos seis meses antes da inauguração do Imperial Instituto dos Meninos Cegos, que ajudou a idealizar. Apesar de sua breve vida, deixou um legado que inspirou muitos outros educadores a seguir seus passos.

https://www.brasil247.com/brasil/189-anos-de-jose-alvares-de-azevedo-o-professor-cego-que-introduziu-o-braille-no-brasil

sexta-feira, 7 de abril de 2023

7 de Abril. Dia do Jornalista.

 Maria Lopes e Artes.

7 de Abril. Dia do Jornalista.






                                             



 Maria Lopes e Artes. 

THE HISTORY OF BOYDTON, VIRGINIA

O Blog Maria Lopes e Artes recebe inúmeras visitas vinda de Boydton,



Grata por suas visitas, publico uma pequena homenagem a cidade contando um pouco de sua interessante Hitória. 

Boydton was founded in 1812 by Alexander Boyd who owned the property and designed the town. Many of the town’s streets are named for the patriotic heroes of the War of 1812. The town was incorporated in 1834, and it became the center of Mecklenburg County government.

Original-Mecklenburg-County-Courthouse

Original Mecklenburg County Courthouse

The Greek-Revival style courthouse with its pedimented portico of six columns was influenced by the Jeffersonian period of construction.

The Boydton area was an early horse-breeding region in America, and the race course property was sold in 1830 to the Virginia Conference of the Methodist Episcopal Church that built Randolph-Macon College, the oldest chartered Methodist college in the United States. After the civil war, the school as well as the entire South fell on hard times and the school was moved to Ashland, VA. The west wing wall is all that remains.

Many of the historical buildings are being used today. The United Boydton Methodist Church, a Jacob Holt designed building, owns the Washington Tavern which was, originally, the office for the stagecoach line to Petersburg. The Boyd Tavern was a center for food and lodging for the faculty, students, and families of Randolph-Macon College as well as for the horse-racing crowd. The Williams and Goode Bank Building, built in 1908, is an excellent example of Neo-classical design, a style not prevalent in rural Virginia. The interior was destroyed by fire in 2000, leaving the exterior walls. After discussions to raze the remains, a cry went up from the residents of Boydton to save it because it is a major contributor to the town’s nationally listed historic district. It was decided that it would be in the best interest of the region to rebuild the interior, using the existing façade. Today, it stands as a shinning reminder of a spirited community effort.

Original-Randolph-Macon-College

Sketch of Randolph Macon College

The Boydton and Petersburg Plank Road, used by horse-drawn wagons carrying tobacco in hogsheads to the market and by stagecoach traffic, was an early means of transportation. This road passed by the Presbyterian Meeting House, the oldest church in Boydton, which was built about 1820.

Boydton, today, is the county seat of Mecklenburg County government. The last Saturday in October is known as Boydton Day. The fall festival became known when U.S. News and World Report (Nov. 21, 1977) called it, “The Little Town that Refuses to Die.”

Boydton is located in the heart of Mecklenburg County, Virginia, and is two miles from Kerr Lake and Dam which is locally known as Buggs Island Lake, a home to the world-famous bass fishermen tournaments and to the camping, swimmng, skiing, hiking, and boating enthusiasts.

Boydton-History

Washington Street
















quinta-feira, 6 de abril de 2023

CASA CIVIL RECEBE DOCUMENTAÇÃO DA LEI PAULO GUSTAVO

 Maria Lopes e Artes.

CASA CIVIL RECEBE DOCUMENTAÇÃO DA LEI PAULO GUSTAVO 



Importante passo de implementação da LPG!

Importante passo de implementação da LPG


De acordo com o Ministério da Cultura, o grupo de trabalho responsável pela regulamentação da Lei Paulo Gustavo concluiu seu trabalho após dialogar com atores da comunidade cultural e gestores estaduais e municipais. A documentação segue agora para a Casa Civil do governo federal, que tem papel fundamental no processo regulatório.


Gestores estaduais, municipais e sociedade civil organizada devem intensificar os diálogos e os preparativos para a implementação da Lei Paulo Gustavo. Nesse grande esforço nacional, é fundamental que o setor público una forças com conselhos, comissões, fóruns, comitês e movimentos culturais para alcançar os objetivos da implementação da lei. 

Link No final da postagem. 

Vamos acompanhar os trabalhos da Casa Civil e torcer para que a regulamentação da Lei Paulo Gustavo seja concluída em breve para que o setor cultural possa se recuperar gradativamente dos impactos da pandemia, retomando suas atividades e gerando emprego e renda para milhares de trabalhadores e artistas em todo o país.


Esta é uma conquista significativa para o setor cultural brasileiro, e devemos trabalhar juntos para garantir que a Lei Paulo Gustavo seja implementada de forma eficiente e democrática.


Saudações Culturais!

Escola de Políticas Culturais

Canal da Emergência Cultural


https://www.instagram.com/p/CqtHN22JkTX/?igshid=YmMyMTA2M2Y=

MEGA SHOW DE SHAKIRA EN COPACABANA - RIO DE JANEIRO

Maria Lopes e Artes  MEGA SHOW DE SHAKIRA EN COPACABANA - RIO DE JANEIRO