terça-feira, 4 de março de 2025

Acadêmicos da Abolição Carnaval 2025

 Maria Lopes e Artes

Acadêmicos da Abolição Carnaval 2025 

GRES Acadêmicos da Abolição - Sambas de Enredo 2025 - Série Prata (Superliga Carnavalesca do Brasil)



Carnaval 2025 G.R.E.S. Tubarão de Mesquita Oficial na Intendente Magalhaes.

Maria Lopes e Artes 

Carnaval 2025 G.R.E.S. Tubarão de Mesquita Oficial na  Intendente Magalhaes. 


                                                

Carnaval 2025 na Intendente Magalhaes.

Maria Lopes e Artes 

Carnaval 2025 na Intendente Magalhaes. 

Comissão de frente da Acadêmicos de Santa  Cruz. 




A escola de samba Acadêmicos de Santa Cruz já conquistou títulos em diversos grupos e categorias. 
Grupos 
  • Campeã do Grupo 3 em 1963
  • Campeã do Grupo 2 em 1965
  • Campeã do Grupo A nos anos 2000
Categorias 
  • Campeã do Grupo 2 (Série A) em 1969, 1989, 1996, 2002
  • Campeã do Grupo 3 (Série B) em 1973, 1980
Prêmios 
  • Melhor Comissão de Frente em 2005
  • Melhor Ala das Baianas em 2006
  • Melhor Mestre Sala em 2007 e 2010
  • Melhor intérprete em 2007
  • Mais elegante velha-guarda em 2007 e 2011
  • Melhor Ala das Crianças em 2008
A Acadêmicos de Santa Cruz é uma escola de samba tradicional da Zona Oeste do Rio de Janeiro. A quadra da escola fica na Rua do Império, 753, em Santa Cruz. 


 

Desfile Terça -Feira em 4/ 03/ na Intendente: Império da Uva apresentou Abayomi.

 Maria Lopes e a Arte do Espetáculo

Desfile Terça -Feira em 4/ 03/ na Intendente: Império da Uva apresentou Abayomi.

Terça - 04 de março de 2025

2 – Império da Uva

Trouxe para a passarela a referência da Abayomi.
A Boneca Preta do Brasil
Referência de Resistência.
Brasil / África

Bonecas Abayomi: símbolo de resistência, tradição e poder feminino
por Kauê Vieira


 

Para a confecção a artista faz uso de elementos de origem 100% natural, como tecidos de fibra de algodão. (Foto – Divulgação)

 

 

Para acalentar seus filhos durante as terríveis viagens a bordo dos tumbeiros – navio de pequeno porte que realizava o transporte de escravos entre África e Brasil – as mães africanas rasgavam retalhos de suas saias e a partir deles criavam pequenas bonecas, feitas de tranças ou nós, que serviam como amuleto de proteção. As bonecas, símbolo de resistência, ficaram conhecidas como Abayomi, termo que significa ‘Encontro precioso’, em Iorubá, uma das maiores etnias do continente africano cuja população habita parte da Nigéria, Benin, Togo e Costa do Marfim.

 

 

Sem costura alguma (apenas nós ou tranças), as bonecas não possuem demarcação de olho, nariz nem boca, isso para favorecer o reconhecimento das múltiplas etnias africanas. Inspirado pela tradição dessa arte histórica, a artesã e arte-educadora Cláudia Muller desenvolveu um trabalho único, e, com o objetivo de evidenciar a memória e identidade popular do povo brasileiro, valorizando a diversidade cultural que reina na terra brasilis, criou o projeto Matintah Pereira. A iniciativa produz versões próprias das Abayomi e promove oficinas tanto para ensinar o processo de criação quanto para discutir a importância histórica e social entorno das bonecas.

 

 

 

Além de produzir as Abayomi, Cláudia também promove oficinas educativas. (Foto – Divulgação) 

 

 

“Tenho como objetivo ofertar às pessoas e instituições a possibilidade de criar algo novo, a partir de ações comunitárias que além de ensinar um ofício podem informar um pouco mais sobre a cultura afro-brasileira,” explica em entrevista ao Afreaka. Ao longo de sua trajetória Cláudia sempre se mostrou preocupada em evidenciar as tradições que compõem o universo do negro brasileiro e também das  lendas que permeiam o imaginário popular nacional. Tais intenções podem ser percebidas já no nome de sua empresa, Matintah Pereira, que como a artista pontua, é uma lenda oriunda da floresta Amazônica.

 

 

“Contam os ribeirinhos que a Matintah é uma feiticeira anciã. Seus trajes são negros retalhos esfarrapados, que também adornam sua cabeça, cobrindo seus longos cabelos brancos. Dizem que ela é sábia conhecedora de todas as floras medicinais, e que as manipula divinamente”, explica a artista baseada atualmente em São Vicente, cidade do litoral sul de São Paulo. A produção de Cláudia Muller é integralmente sustentável. Para a confecção, ela faz uso de elementos de origem 100% natural, como tecidos de fibra de algodão, corantes naturais à base de pigmentos extraídos de cascas, folhas, flores e sementes, além de essências e óleos naturais da Amazônia.

 

 

“No início do projeto, trabalhando na confecção das bonecas Abayomi, senti a necessidade de explorar outros recursos para encontrar um diferencial do produto. Pesquisei em livros e na mídia eletrônica a história da boneca de pano, sua origem e como ela é conhecida em diversas culturas. Com isso, percebi que não há como diferenciá-las, pois todas têm o mesmo propósito, que é acalentar a quem se presenteia. Por esse motivo, passei a vincular sua modelagem e estrutura de acordo com diversas propostas ligadas ao desenvolvimento social e cultural,” pontua.

 

 

Com educação correndo nas veias, Muller não demorou muito para pensar oficinas visando passar para os pequenos tudo que envolve este trabalho artesanal. Com aproximadamente uma hora de duração, as aulas promovem um casamento entre criação e tradição. Ou seja, ao mesmo tempo que ensina os participantes a produzir pelo menos uma peça, Cláudia não deixa de lado a história que envolve as Abayomi, sempre preparando uma trilha sonora especial para os cursos, composta por ritmos e sonoridade que remetem a manifestações culturais diversas.

 

 

Lena Martins, Movimento Negro e o começo de tudo

Cláudia Muller também se inspirou no trabalho da pioneira quando o assunto é Abayomi, Waldilena Martins, ou Lena Martins para os mais chegados. Educadora popular e militante do Movimento das Mulheres, ela liderou a confecção das bonecas no Brasil no final dos anos 1980, ao mesmo tempo em que o Movimento Negro organizava uma marcha para lembrar os 100 anos da abolição. Em um cenário em que a questão ecológica estava se popularizando, o objetivo de Lena era fazer da arte popular instrumento de conscientização e sociabilização. Não demorou para que o trabalho fizesse sucesso e chamasse a atenção de mulheres espalhadas pelos quatro cantos do país. A aceitação foi tanta que em 1988 foi criada no Rio de Janeiro a Cooperativa Abayomi, plataforma fundamental para o fortalecimento da autoestima e reconhecimento da identidade afro-brasileira.

 

 

Por meio de um trabalho social e humanitário, a Cooperativa Abayomi está em constante diálogo com os movimentos negros, estudantil, sindical e religioso. O projeto faz parte da rede nacional contra a violência à mulher e da rede de mulheres negras latino-caribenhas. Integram o time da Cooperativa Abayomi mulheres educadoras, psicólogas, terapeutas, que juntas organizaram um grupo de trabalho baseado na conscientização e socialização do indivíduo.

 

 

 

As Abayomi não possuem demarcação de olho, nariz nem boca, isso para favorecer o reconhecimento das múltiplas etnias africanas. (Foto – Divulgação)

 

 

A partir de todos estes elementos é possível ter uma dimensão da importância das bonecas Abayomi para história do Brasil e sua relação com o continente africano. Além de serem encantadoras, elas se colocam como elemento de afirmação das raízes da cultura a brasileira e também do poder e determinação das mulheres negras.


Veja mais: 

  http://www.afreaka.com.br/notas/bonecas-abayomi-simbolo-de-resistencia-tradicao-e-poder-feminino/




                          https://www.youtube.com/watch?v=IHxLatuftCo

Desfile Terça -Feira em 4/ 03/ 2025 na Intendente Magalhães: Conheça a ordem dos desfiles

 Maria Lopes e a Arte do Espetáculo

Desfile Terça -Feira em 4/ 03/ 2025 na Intendente Magalhães: Conheça a ordem dos desfiles

Terça - 04 de março de 2025

  • 1 – Boi da Ilha
  • 2 – Império da Uva


  • 3 – Tubarão de Mesquita
  • 4 – Acadêmicos da Abolição
  • 5 – Alegria do Vilar
  • 6 – Unidos do Jacarezinho
  • 7 – Concentra Imperial
  • 8 – Império da Tijuca
  • 9 – Cubango
  • 10 – Vila Santa Tereza

Campeãs do Carnaval 2025 de São Paulo.


Maria Lopes e Artes no Carnaval  2025 

Campeãs do Carnaval 2025 de São Paulo. 

Rosas de Ouro, 

 Gaviões

No resultado da Tatuapé ocorreu um empate e retiraram a classificação da  segunda colocada. 


 

É Campeã 2025 - Rosas de Ouro 2025

Maria Lopes e Artes 

É Campeã 2025 - Rosas de Ouro 2025

Campeã do Carnaval de São Paulo.

O desfile das campeãs será realizado no sábado, dia 8, a partir das 20h. O evento reune as cinco melhores escolas do Grupo Especial, além da campeã e vice do Grupo de Acesso I e do Grupo de Acesso II.
A Rosas de Ouro levou o título de campeã do Carnaval de 2025 em São Paulo. As notas foram apuradas na tarde desta terça-feira, 4 de março, no Sambódromo do Anhembi, na capital paulista

Com 269,8 pontos, a escola conquistou o 8º título da sua história. Em segundo lugar, ficou a Tatuapé, seguida da Gaviões.

 

Este é um trecho original publicado em Exame.com. Leia a matéria completa em https://exame.com/pop/rosas-de-ouro-e-campea-do-carnaval-de-sp-em-2025/?utm_source=copiaecola&utm_medium=compartilhamento


 

DESFILE DA ESCOLA DE SAMBA ACADÊMICOS DA ABOLIÇÃO NA INTENDENTE MAGALHÃES

Maria Lopes e Artes DESFILE DA ESCOLA DE SAMBA ACADÊMICOS DA ABOLIÇÃO NA INTENDENTE MAGALHÃES                                               ...