Maria Lopes e Artes recebe visitante da Austrália.
Obrigada por sua visita.
Exposição "Tempos dos Sonhos: Arte Contemporânea Aborígene da Austrália"
Registro videográfico da Exposição "Tempos dos Sonhos: Arte Contemporânea Aborígene da Austrália", aberta à visitação na CAIXA Cultural Recife, no período de 14 de junho a 5 de agosto de 2018.
https://youtu.be/R9hV4zVommA?si=xyh3CztJi5SRvT2v
"Aborígenes é um povo que admiro muito sabemos que era um povo e uma cultura única que na qual em 1606 chegaram os Europeus e do nada acabou com essas tribos e estudo até hoje esse povo quer dizer as suas origens e dos Deuses Wandjinas " @wilsonsena4969
"Obrigado pelo seu comentário! minhas pinturas são aprovadas por mulheres aborígenes do norte da Austrália como criação de minha história pessoal... Tento transmitir à minha maneira o espírito do povo ancestral que poderia nos ajudar a administrar melhor a biodiversidade do nosso planeta".
Excelente Final de Semana a todos os amigos de Itaboraí.
Itaboraí Sex Nov 8, 2024.
Obrigada por estarem sempre nos visitando.
Maria Lopes e Artes.
Letras
Deixa eu me apresentar Que eu acabei de chegar Depois que me escutar Você vai lembrar meu nome
É que eu sou de um lugar Onde o céu molha o chão Céu e chão gruda no pé Amarelo, azul e branco
Deixa eu me apresentar Que eu acabei de chegar Depois que me escutar Você vai lembrar meu nome
É que eu sou de um lugar Onde o céu molha o chão Céu e chão gruda no pé Amarelo, azul e branco
Eu não sei (não sei), não sei (não sei) Não sei diferenciar você de mim Não sei (não sei), não sei (não sei) Não sei diferenciar
Ao meu passado Eu devo o meu saber e a minha ignorância As minhas necessidades, as minhas relações A minha cultura e o meu corpo Que espaço o meu passado deixa para a minha liberdade hoje? Não sou escrava dele
Eu vim pra te mostrar A força que eu tenho guardado O peito 'tá escancarado E não tem medo, não, não tem medo Eu canto pra viver Eu vivo o que tenho cantado A minha voz é meu império A minha proteção
Eu vim pra te mostrar A força que eu tenho guardado O peito 'tá escancarado E não tem medo, não, não tem medo Eu canto pra viver Eu vivo o que tenho cantado A minha voz é meu império A minha proteção
Meu caminho é novo, mas meu povo não Meu coração de fogo vem do coração do meu país Meu caminho é novo, mas meu povo não O norte é a minha seta, o meu eixo, a minha raiz E quando eu canto cor E quando eu grito cor Quando eu espalho cor Eu conto a minha história
Não sei (não sei), não sei (não sei) Não sei diferenciar você de mim Não sei (não sei), não sei (não sei) Não sei diferenciar
A Bandeira foi instituída pela International Gypsy Committee Organized, como símbolo internacional de todos os ciganos do mundo no ano de 1971. Isso se deu no First World Romani Congress (1° congresso mundial cigano), realizado em Londres.
Seu Significado
A roda vermelha no centro simboliza a vida, representa o caminho a percorrer e o já percorrido. A tradição como continuísmo eterno se sobrepõe ao azul e o verde, com seus aros representando a força do fogo, da transformação e do movimento.
O azul
Representa os valores espirituais, a paz, a ligação do consciente com os mundos superiores, significando a libertação e a liberdade.
O Verde
Representa a mãe natureza, a terra, o mundo orgânico (subterrâneo), a força e a luz do crescimento vinculado com as matas, com os caminhos desbravados e abertos pelos ciganos. Representa o sentimento de gratidão e respeito pela terra, pelo que ela nos oferece e de preservação pela natureza. Simboliza também a relação de respeito à sobrevivência do homem e ao que da terra o homem retira.