sábado, 23 de março de 2024
O visitante de Pilismarot chegou ao Maria Lopes e Artes Via Pinterest.
Athens Greece
Atenas é a capital da Grécia. A cidade também foi o centro da Grécia Antiga, um império e civilização poderosos, e ainda é dominada por monumentos do século V a.C., como a Acrópole, uma cidadela no topo de uma montanha repleta de construções antigas, como o templo Partenon e suas muitas colunas. O Museu da Acrópole, juntamente com o Museu Arqueológico Nacional, preserva as esculturas, os vasos, as joias e outras relíquias da Grécia Antiga.
GARI ESCRITOR DO RIO É SELECIONADO PARA PALESTRAR EM CONFERÊNCIA NOS ESTADOS UNIDOS
GARI ESCRITOR DO RIO É SELECIONADO PARA PALESTRAR EM CONFERÊNCIA NOS ESTADOS UNIDOS
Convidado para palestrar sobre a importância do saneamento básico na próxima Conference at Harvard & MIT, nos dias 6 e 7 de abril, em Cambridge, nos Estados Unidos, o gari e escritor Valdeci de Souza Boareto entrará pela primeira vez em um avião, no dia 5, cheio de sonhos e muita história para contar. Autor do livro “Comportamento que te salva", ele fala da sua trajetória até chegar à primeira publicação e ao reconhecimento público. Com uma infância complicada na favela de Acari, na Zona Norte do Rio, foi durante a pandemia que decidiu sair de onde nasceu e se isolar em uma casa em uma área rural de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, onde começou a escrever.
Com 55 anos, é a primeira vez que Valdeci vai viajar de avião e a segunda que sairá do Estado do Rio. Durante toda a vida, só tinha viajado uma vez para Minas, de ônibus.
Valdeci explica que não teve muito contato com os livros durante a vida e que a pandemia o fez repensar na sua missão.
Valdeci conta que a ideia do livro surgiu quando um amigo escritor perguntou se ele tinha alguma história para contar.
— Falei que estava escrevendo histórias de pessoas que conheci. Ao longo da vida conheci muita gente e, mesmo muitas das que tinham um QI elevado não conseguiram resistir aos dias maus. Esse livro fala sobre resiliência e empatia, bate na vida de cada um. Já engoli passei por muitos problemas e percebi que através do comportamento a gente salva vidas, empregos e aqueles que estão perto de nós.
https://www.facebook.com/ecoturilha
TANIA REGINA MELO
No Texas, "Escolas Fecharão Durante Eclipse Solar Total dos EUA".
Maria Lopes e Artes e os visitantes do Blog.
Maria Lopes e Artes.
No Texas as "Escolas Fecharão Durante Eclipse Solar Total dos EUA".

Em outubro de 2024, ocorrerá outro eclipse solar anular
Grata ao visitante veio de Topeca.
Aos 12712 Visitantes recebam os Agradecimentos do Blog. Maria Lopes e Artes

Conheci Des moines a cidade do nosso visitante.
Na Semana que se comemora St. Patrick recebi visitante de Longford.
"Homem palestino tentando salvar pombas".
sexta-feira, 22 de março de 2024
Com visitantes de Vologda e Nizhnly nos Blogs Maria Lopes ouvimos partes de apresentação de canto coral.
A Arte da Dança Zimbabwe você Vê no Maria Lopes e Artes
Agradecidos con nuestro visitante de Córdoba, Andalucía, España.
O Dia de Andaluzia é comemorado anualmente em 28 de fevereiro. Esta data foi escolhida para comemorar o referendo do Estatuto de Autonomia da Andaluzia de 1980, um marco importante na conquista da autonomia regional dentro do Estado espanhol.
A escolha do dia 28 de fevereiro como o Dia de Andaluzia reflete um momento crucial na história andaluza, marcando o início de uma nova era de autogoverno e reconhecimento cultural. Este dia não é apenas um feriado local, mas uma ocasião para reflexão sobre a luta pela autonomia e a importância de preservar a identidade regional.
Grata ao visitante que trouxe o Carnaval de Guiné-Bissau para o Maria Lopes e Artes.
quinta-feira, 21 de março de 2024
VI Conferência Municipal EXTRAORDINÁRIA de Cultura de Maricá.,
VI Conferência Municipal EXTRAORDINÁRIA de Cultura de Maricá.,
– O Período de inscrição será diferenciado através do Google
Prêmios do Blog. Maria Lopes e Artes.
Blogs Maria Lopes entre os melhores blogs do Brasil – Selo Veja Blog
O visitante do Brasil veio de Santo Ângelo, RS.
43,84 % dos visitantes do Blog. Maria Lopes e Artes são do Brasil
Conheça o maior comércio de açaí do mundo - Mercado ver-o-pêso (Belém-PA)
Visitante de Caxemira e uma história de amor e aventura no reino de Rajaram.
Maria Lopes e Artes
Visitante de Caxemira e uma história de amor e aventura no reino de Rajaram.
All About Aksai Chin.। chin occupied Kashmir. ।। aksai chin
Dança Internacional Caxemira - Triagem 2018
Dengue no Brasil: últimas notícias
Maria Lopes e Artes
Dengue no Brasil: últimas notícias
21/03/2024
De Thiago Lavado, da redação do LinkedIn Notícias
O Brasil vive uma crise diante do crescimento de casos de dengue no país. Ao todo, oito Estados e o Distrito Federal declararam estado de emergência. O Ministério da Saúde irá investir R$ 1,5 bilhão para apoiar Estados e municípios no combate à doença.
A dengue é causada por um vírus e é transmitida por picada do mosquito Aedes aegypti. Eliminar pontos de água parada, o principal foco de reprodução do inseto, é a melhor maneira de controlar e diminuir a doença. Uma vacina contra a dengue está em fase de distribuição pelo SUS, e já está sendo administrada nas regiões mais afetadas.
Os principais sintomas da doença são febre alta, dores musculares, dores de cabeça intensas, náuseas, vômitos, manchas vermelhas na pele e dores atrás dos olhos. Em casos mais graves, pode haver sangramentos nas mucosas, vômitos persistentes e fortes dores na região abdominal. É preciso prestar atenção aos sintomas por até duas semanas após os primeiros sinais, já que a doença pode acontecer em duas fases. Manter a hidratação é de extrema importância em casos de dengue e se houver dificuldade em se hidratar, porque há muitos vômitos, por exemplo, é preciso procurar um hospital ou unidade de saúde.
quarta-feira, 20 de março de 2024
Com o visitante de Araçatuba conhecemos o Museu Araçatubense de Artes Pásticas.
Maria Lopes e Artes
Imagens: https://blogcontrapontocultural.blogspot.com/2010/11/artes-plasticas-inaugurado-o-
Municipal de Cultura de Araçatuba na região central da cidade. Ele participa do projeto
“OLHAR ARTE”, que tem como objetivo aproximar a população dos artistas plásticos e
suas obras, também visa fortalecer a classe artística de Araçatuba e região.
O objetivo do projeto tem como principal foco expor trabalhos dos artistas da
cidade e região com a finalidade de torná-los conhecidos para a população e também
mapear os artistas plásticos de Araçatuba. A idéia do museu é que o público vá até o
espaço onde acontece a exposição.
"A despavimentação permite a criação de pequenos espaços verdes nas cidades".
"A despavimentação permite a criação de pequenos espaços verdes nas cidades".
As cidades que estão tirando concreto das ruas para que plantas cresçam de novo
Role,BBC Culture
19 março 2024
Em um dia quente de julho, Katherine Rose pegou uma barra de metal e a colocou sob uma laje de concreto.
Rose, diretora de comunicações da Depave — uma organização sem fins lucrativos de Portland, nos Estados Unidos — suava por causa do calor, mas não se deixou derrotar por um pesado pedaço de cimento.
O grande bloco de crosta urbana à sua frente estava prestes a se mover. Usando um pouco de força com a barra de metal, Rose conseguiu remover o retângulo de concreto e colocá-lo fora da calçada.
"É como libertar a terra", diz ela.
"É como realizar um sonho que todos nós tornamos realidade", diz ele.
Esse sonho é trazer a natureza de volta para ambientes urbanos.
A ideia da despavimentação é simples: substituir o máximo de concreto, asfalto ou outras formas de construção urbana por plantas e terra.
Na cidade de Portland isso é feito desde 2008, quando foi fundada a Depave.
Os idealizadores do programa argumentam que a despavimentação permite algo muito simples: a água da chuva passa a ser absorvida pela terra e, desta forma, evitam-se inundações.
O processo também permite que plantas silvestres cresçam no espaço urbano e, ao plantar mais árvores, é possível produzir mais sombra, o que, por sua vez, protege os moradores das cidades da radiação solar e das ondas de calor.
Sem contar que ampliar a área verde de uma cidade pode ajudar na saúde mental das pessoas.
Além dos voluntários
Mas se a remoção de pavimentação puder realmente se tornar uma solução, terá de ir muito além do que algumas dezenas de voluntários podem fazer.
Com o agravamento das mudanças climáticas, cidades e regiões inteiras começaram a adotar a despavimentação como parte da sua estratégia de adaptação aos novos tempos.
É hora, dizem alguns, de começar a remover o concreto das ruas de forma mais eficaz para criar melhores espaços para a natureza.
Por isso, toda vez que Rose caminha por uma cidade ela não consegue deixar de notar onde o asfalto poderia ser retirado para colocar algumas plantas.
"Eu sempre quero fazer mais. É impossível não ver os espaços para fazer isso", afirma.
Ela observa que seu grupo conseguiu "descascar" cerca de 33 mil metros quadrados de asfalto em Portland desde 2008 (o que equivale a quatro campos e meio de futebol).
Ela descreve o trabalho como "divertido", porque reúne muitos voluntários, que fazem um curso de segurança antes de iniciarem a tarefa.
A Green Venture é outra organização sem fins lucrativos que opera em Ontário, no Canadá, inspirada no trabalho realizado em Portland.
Giuliana Casimirri, diretora executiva, conta que ela e seus colegas conseguiram inserir pequenos jardins com árvores nativas em um bairro da cidade de Hamilton.
"Antes eram lugares por onde você passava rapidamente e agora são lugares onde você pode parar e começar a conversar", explica.
Em Hamilton, as inundações podem fazer com que o esgoto se misture com os afluentes do Lago Ontário, que é a principal fonte de água potável da cidade.
A ideia da Green Venture e de outras organizações locais é reduzir as chances de isso acontecer, diz Casimirri.
Sua visão é uma estratégia fundamental para a cidade.
Na verdade, estudos demonstraram que superfícies impermeáveis, como o concreto, aumentam os riscos de inundações em áreas urbanas.
Rose observa que os esforços de sua equipe em Portland resultaram no desvio anual de cerca de 83 milhões de litros de água da chuva para o sistema de drenagem da cidade.
Em Leuven, na Bélgica, Baptist Vlaeminck, líder do projeto local de adaptação às mudanças climáticas, estima que só em 2023 a remoção de 6.800 metros quadrados de concreto permitiu que 1,7 milhão de litros de água da chuva fossem absorvidos pela terra.
"Com as mudanças climáticas, as tempestades vão aumentar, por isso a despavimentação não é apenas algo agradável, é uma necessidade", diz Casimirri.
A questão agora é se as autoridades municipais estão cientes disso.
Em muitas partes do mundo, a despavimentação é vista como uma atividade marginal.
"Vamos precisar de uma escala de investimento com muito mais zeros para continuar", disse Thami Croeser, da Universidade RMIT em Melbourne, Austrália.
Mudança de mentalidade
Os esforços comunitários para libertar ruas são "fantásticos", diz Croeser.
Mas ela acrescenta que o ideal é que, em vez de não pavimentar e tornar os locais mais verdes, haja investimentos em criar uma nova forma de construir estruturas urbanas.
Na Europa, pelo menos, algumas cidades começaram a despavimentar de forma consistente.
Os residentes de Londres, por exemplo, foram estimulados a recuperar o verde do solo dos seus jardins.
A cidade de Leuven, na Bélgica, está abraçando a ideia de despavimentação em grande escala.
O bairro Spaanse Kroon desta cidade, onde vivem cerca de 550 pessoas, é um dos mais recentes alvos da iniciativa local de regeneração de espaços verdes.
Os planos envolvem a remoção de um volume significativo de asfalto de áreas residenciais e a obrigação de ciclovias e áreas para pedestres nas ruas.
"Estamos ampliando o programa, agora estamos criando uma equipe dedicada à despavimentação", afirma Vlaeminck.
Projetos como esse devem atender às necessidades de todos na cidade, ressalta.
Vlaeminck afirma que, para ajudar quem tem problemas de visão ou mobilidade, as áreas não utilizadas das ruas ou calçadas têm prioridade na despavimentação, deixando uma área de mais de um metro nas próprias calçadas para que as pessoas tenham espaço suficiente para se movimentar.
O pavimento existente que não é removido também é renovado ou reparado para gA despavimentação abre espaços que podem ajudar a absorver a água da chuva.
Os responsáveis pela Depave em Portland e pela Green Venture em Ontário dizem que trabalham com as comunidades para que os requisitos de acessibilidade sejam atendidos.
Casimirri está se referindo a um projeto recente que substituiu concreto danificado e dilapidado por arbustos e caminhos nivelados no meio.
Entre as iniciativas promovidas em Leuven está o "táxi de detritos".
Trata-se de um pequeno caminhão que é enviado até casas de moradores que tenham entulho ou pedaços de concreto retirados de seus jardins.
O material é reutilizado, diz Vlaeminck, acrescentando que Leuven destinou vários milhões de euros para financiar projetos de remoção e renaturalização como este.
Desde janeiro de 2024, os promotores desta iniciativa tiveram de demonstrar que qualquer chuva que caia em casas novas ou significativamente renovadas pode ser reutilizada no local ou filtrada no jardim da propriedade, em vez de se acumular e causar inundações.
Se os promotores não conseguirem demonstrar que os seus projetos estão preparados para chuvas extremas, não serão aprovados, explica Vlaeminck.
A França também está oficializando a despavimentação, diz Gwendoline Grandin, ecologista da Agência Regional de Biodiversidade de Île-de-France.
A nível nacional, o governo francês destinou quase U$ 540 milhões (cerca de R$ 2,7 bilhões) para projetos de ecologia urbana. Isto inclui a remoção do pavimento, mas também a instalação de paredes e telhados verdes, por exemplo.
Parte da motivação é tornar as vilas e cidades mais resilientes às ondas de calor do verão, que afetaram gravemente grandes áreas da França nos últimos anos.
Alguns dos projetos em curso são de dimensão significativa, como um antigo parque de estacionamento perto de uma floresta na região de Paris.
Uma das áreas despavimentadas tem 45 mil metros quadrados.
Retirado o cimento, o terreno nivelado está sendo remodelado para introduzir declives e barrancos que retêm água. Em breve, toda a área também será plantada.
Na cidade natal de Croeser, em Melbourne, ele e seus colegas estudaram o espaço potencial disponível para regeneração com jardins e paredes verdes.
Um estudo de 2022 simulou o impacto com base em diferentes cenários, o mais ambicioso dos quais envolveu a eliminação de metade dos lugares de estacionamento Croeser argumenta que há estacionamento suficiente disponível em Melbourne para garantir que ninguém fique sem um lugar para deixar seu veículo, mas que essas vagas de estacionamento internas devem ser públicas e acessíveis.
"O princípio básico é que não há perda líquida de acesso ao estacionamento", diz ele.
"E temos disponíveis entre 50 e 60 hectares de espaços verdes, que mantêm a cidade fresca e evitam inundações", destaca.
Pode parecer improvável que pequenas áreas verdes espalhadas aqui e ali numa cidade grande como Melbourne beneficiem significativamente a vida selvagem, mas Croeser diz que essas áreas de habitat são cruciais.
Segundo ele, esses espaços podem permitir que as espécies se locomovam e se desenvolvam em um ambiente que, em última análise, é bem diferente daquele em que vivem há anos.
Em seu estudo de 2022 sobre pavimentação em Melbourne, a equipe de Croeser incluiu modelos que sugeriam que um aumento modesto na vegetação poderia permitir que espécies como a abelha-de-faixa-azul vagassem por uma área urbana muito maior do que ocupavam anteriormente.
Rose concorda com Croeser que, para mudar o mundo, cidades inteiras, e até países inteiros, terão que abraçar totalmente a proposta.
Mas sublinha que, para chegar a esse ponto, as comunidades devem manifestar o seu apoio à ideia.
"Tudo começa com as pessoas pressionando o seu governo e iniciando essas conversas em um nível pequeno e local", diz ele. "É assim que acontece."
Matéria extraído do link: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cmmq8r13e47o
Conheça a artista brasileira de 10 anos que vai expor quadros em Paris
Blog. Maria Lopes e Artes.
Conheça a artista brasileira de 10 anos que vai expor quadros em Paris
Sophia Helena de Oliveira vai mostrar seu trabalho no Carrousel du Louvre, uma galeria comercial no subterrâneo do museu
Da Folhapress – Rio
"Me sinto alegre e livre quando estou pintando e é o que eu quero que as pessoas sintam com as minhas pinturas", diz a estudante brasileira Sophia Helena Moreira de Oliveira, de 10 anos, que chamou a atenção internacionalmente com suas telas que vão da arte figurativa, com paisagens e animais, à abstrata.
A artista mirim, que vive em Madureira, no subúrbio do Rio de Janeiro, venceu um concurso internacional para levar duas obras inéditas para o Salão Internacional de Arte Contemporânea no Carrousel du Louvre, um centro comercial localizado no subterrâneo do Museu do Louvre, em Paris.
Sua arte será exposta em outubro, numa galeria que apresenta talentos de várias partes do mundo. "Eu não sabia que tinha capacidade de produzir algo que pudesse participar disso. É algo grandioso, um privilégio", diz Oliveira.
A chance de expor em Paris surgiu quando a mãe de Sophia, a funcionária pública Daniele Moreira, de 44 anos, viu no Instagram o anúncio do concurso, que seria realizado por uma empresa de assessoria artística, a Vivemos Arte, que participa do evento francês. Moreira enviou o portfólio da filha, e a menina fez uma entrevista por videoconferência com a diretora da empresa, Lisandra Miguel.
"Ela compartilhou ideias sobre o desenvolvimento de sua arte e um pouco sobre seus interesses infantis. Após uma análise abrangente, concedi aprovação para a participação de Sophia na Fira Barcelona, na Espanha, e no prestigiado evento do Carrousel du Louvre, na França, além da sua inclusão no livro Vivemos Arte — 4ª edição, a ser lançado em Paris", diz a diretora.
A menina é aluna do Colégio Adventista de Jacarepaguá, na oeste da capital fluminense. Foi lá que uma professora notou o seu dom artístico, ainda aos 6 anos. "Confesso que não levei a sério, porque não podia imaginar nem como começar a ajudar a minha filha. A primeira dificuldade já foi para conseguir um curso para ela, que fosse acessível para nós, mas as coisas foram acontecendo", diz a mãe.
"Por muitas vezes, pensei em desistir, porque é um ramo muito difícil principalmente para nós, moradores do subúrbio do Rio e sem acesso ao mundo da arte. Tive que aprender tudo, de repente, e ainda estou aprendendo, para tentar ajudá-la."
O incentivo parte de toda família. A mãe conta que o irmão mais novo, Daniel, de 7 anos, se intitula como o maior fã de Sophia. Já o pai, Márcio Domingos de Oliveira, de 45, foi quem pegou na mão da filha para ensinar os primeiros traços.
"Eu e meus irmãos sempre gostamos de desenhar, e eu comecei a ajudar a Sophia nos seus primeiros desenhos quando ela era bem novinha. Desde cedo era possível ver que, apesar de amador, ela já tinha algo diferenciado. Agora, fico nos bastidores, dando o suporte que ela precisa para seguir esse caminho."
A jovem artista diz gostar de pintar paisagens, animais e artes abstratas. Ela conta que a imagem de seu primeiro quadro foi inspirada no terreno da família na cidade de Friburgo, na região serrana do Rio. A casa, no entanto, saiu do imaginário de Sophia para a tela.
A menina, que reúne um acervo de cerca de 20 telas, agora dedica seu tempo para produzir mais obras. Duas pinturas inéditas serão escolhidas para levar na bagagem rumo à capital francesa.
Para tentar viabilizar a ida da jovem artista e de sua mãe a Paris, a família busca patrocínio e abriram uma vaquinha. Ela também já vendeu três telas por meio de seu Instagram.
Maria Lopes e Artes. Estou passando por aqui para agradecer 27.000 visitantes.
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Maria Lopes e Artes Lula e a Democracia
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