sábado, 16 de novembro de 2024
A Sala Carlos Couto, anexa ao Thetaro Municipal de Niterói, exposição com os estudos que Burle Marx fez.
A Sala Carlos Couto, anexa ao Thetaro Municipal de Niterói, exposição com os estudos que Burle Marx fez.
A Sala Carlos Couto, anexa ao Thetaro Municipal de Niterói, recebe de 11 de novembro a 20 de dezembro uma exposição com os estudos que Burle Marx fez, em 1993, para o pano de boca do Theatro. A vernissage acontece na segunda-feira, 11, a partir das 17h30.
Roberto Burle Marx (1909-1994) foi um renomado paisagista, artista plástico e arquiteto brasileiro. Nascido no Rio de Janeiro, é considerado um dos principais nomes do paisagismo moderno no Brasil e no mundo.
Marx combinava elementos modernistas com referências à arte popular brasileira e à natureza tropical, criando um estilo único que valorizava a exuberância da vegetação brasileira. Pouca gente sabe, mas o artista era multitalentoso, com habilidades artísticas diversas. Além de toda a beleza com a arquitetura e paisagismo, deixou obras, pinturas e gravuras.
Estudou com Cândido Portinari em Di Cavalcanti, frequentou a escola de Belas Artes e era um ótimo desenhista. Em suas obras usava expressionismo para retratar a natureza tropical com uso de técnicas e uso de cores.
Durante o processo de restauro do Theatro Municipal de Niterói, foi convidado pelo pintor, desenhista, restaurador e crítico de arte, Cláudio Valério, para criar o Pano de Boca do Theatro Municipal de Niterói. O artista preparou então nove trabalhos em acrílico sobre cartão (além de algumas serigrafias e litografias criadas com a mesma finalidade) inspirados no cromatismo do próprio teatro, que privilegia o ocre, o verde e o vermelho-veneza. A ampliação do painel escolhido foi realizada pelo artista plástico Hugues Desmaziéres.
Em agosto de 1993, na mesma semana em que completava 84 anos, Marx esteve em Niterói participando da abertura da exposição Estudos Para o Pano de Boca do Theatro Municipal João Caetano, que apresentava o resultado de seu trabalho. A mostra também marcou a inauguração da Sala Carlos Couto.
Memória: Burle Marx abre mostra de estudos para o Pano de Boca do Theatro Municipal.
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Estilo
Burle Marx ordenava as cores e construía formas e ritmos usando-os como princípios de forma. As cores eram vibrantes e contrastantes em suas composições, tanto nos jardins quanto nas obras de arte. Buscava inovar em seus projetos, utilizando materiais de maneira criativa e experimentando novas formas e texturas.
Seus projetos de paisagismo estavam em perfeita sintonia com a arquitetura dos edifícios, criando um ambiente harmonioso.
Abstração e modernismo - Burle Marx é reconhecido por introduzir o modernismo na paisagística. Ele quebrou com as convenções tradicionais de jardins europeus e usou formas abstratas, curvas orgânicas e composições geométricas que se assemelhavam às pinturas abstratas de seu tempo. Suas composições exploravam as relações entre o espaço e as plantas de maneira escultural.
Texto de Roberto Burle Marx
"Devemos fazer nossos filhos entrarem em contato com a natureza, compreenderem o patrimônio que possuem. Fazê-los plantar, compreender a importância das árvores, ensinar-lhes a não mutilá-las. Mostrar-lhes a importância das associações de plantas, da ecologia. Ensinar-lhes a coletar sementes, semear, plantar as pequenas mudas, ter amor por elas, para que possam medrar. Que passem a ver plantas como seres vivos, que tem o direito de crescer, florindo, frutificando, incutindo neles a importância da perpetuação, a maravilha da expectativa de uma formação de botões, desabrochando em floração. [...] Passar a ver esse complexo, que é a natureza, onde as associações mais assombrosas despertam emoções estéticas, provocadas pela forma, pelos ritmos, pela exuberância das cores."
Serviço
Estudos de Burle Marx para o Pano de Boca do Theatro Municipal
Vernissage, Segunda-feira, 11 de novembro de 2024
Visitação: De 08 de novembro a 20 de dezembro de 2024
Horários: Quarta a sexta, das 11h às 18h | Sábado e domingo, das 14h às 18h
Quando não houver espetáculo no teatro e feriado, não haverá funcionamento da sala.
Evento Gratuito
Classificação indicativa: Livre
Local: Sala Carlos Couto - Anexa ao Theatro Municipal
Endereço: Rua XV de novembro, 35, Centro, Niterói.
Site:
www.tmjc.com.br
Tel: (21) 3628-6908
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No mês da consciência negra, a Fundação de Arte de Niterói celebra as lutas do povo negro niteroiense
Maria Lopes e Artes
No mês da consciência negra, a Fundação de Arte de Niterói celebra as lutas do povo negro niteroiense
No mês da consciência negra, a Fundação de Arte de Niterói celebra as lutas do povo negro niteroiense com apresentações artísticas, oficinas e encontros considerando a democratização de acesso às manifestações culturais. Os eventos, que acontecem entre os dias 15 e 30 de novembro, são gratuitos, descentralizados e com participação confirmada de diversos artistas locais.
Celebrando os dez anos do Estatuto Municipal da Igualdade Racial de Niterói, teremos, na sexta-feira, 15, um evento em praça pública para o Dia Municipal do Hip Hop (instituído em 12 de novembro); e um sábado, dia 16, de muito samba, jongo e carimbó.
Na segunda-feira, 18, a Sala Nelson Pereira dos Santos recebe a escritora e filósofa Helena Theodoro para um bate-papo sobre sua trajetória. Na noite de terça-feira, 19, acontece a ocupação do palco da Sala Nelson por artistas pretos. O percurso a partir do Circuito de Memórias Negras de Niterói terá acompanhamento acadêmico da professora Simone Ferreira nos dias 18 e 19, segunda e terça-feira.
Nos dias 24 e 30, a programação agendou uma tarde de muitas atividades culturais nas quadras das comunidades da Grota e Morro do Estado. No fim das formações e apresentações, rodas de samba e de pagode celebram o construto afrodescendente em nosso território. Estão previstas oficinas de enredo e de técnicas de desenho, contações de história e rodas de conversa sobre a cartografia negra das cidades.
Programação
Segunda-feira, 18 de novembro
PERCURSO: CIRCUITO DE MEMÓRIAS NEGRAS DE NITERÓI
Saída da Praça Arariboia, das 10h às 12h
A pesquisadora Simone Ferreira dá uma oficina de percurso, propondo expressões artísticas a partir de vivências com a história local registrada no Circuito de Memórias Negras da cidade.
A FORÇA DAS MULHERES
Sala Nelson Pereira dos Santos, das 19h às 21h
As palavras potentes de Helena Theodoro relatam sua trajetória como intelectual e como cidadã. Após, as vozes de Nilze Benedicto, Ana Rosa e Mary Rocha garantem um samba de mulheres. Uma noite para celebrar a força da arte preta.
19:30 - Encontro com a Helena Theodoro
20:40 - Apresentação Filhas de Luanda com Nilze Benedicto, Ana Rosa e Mary Rocha
Terça-feira, 19 de novembro
PERCURSO: CIRCUITO DE MEMÓRIAS NEGRAS DE NITERÓI
Saída da Praça Arariboia, das 10h às 12h
A pesquisadora Simone Ferreira dá uma oficina de percurso, propondo expressões artísticas a partir de vivências com a história local registrada no Circuito de Memórias Negras da cidade.
NOSSO PALCO
Sala Nelson Pereira dos Santos, das 19h às 21h
Uma noite de ocupação preta do palco da Sala Nelson Pereira dos Santos.
Apresentações
19h20 - Companhia de Ballet da Cidade de Niterói
19h50 - CK
20h20 - Débora Moreno
20h50 - Mais que Ventania (cena teatral)
21h20 - Afoxé
Domingo, 24 de novembro
RITMOS NOSSOS: JONGO, CARIMBÓ E SAMBA
As manifestações locais que celebram a ancestralidade ganham palco na Niterói Preta.
Grota, das 10h às 18h
10h às 13 h - Contação de histórias infantis e oficinas
- Oficina de Samba no Pé - Gabriele
- Oficina de Percussão - Mestre Cidel Trindade
- Oficina de Poesia Afrocentrada - Sol de Paula
16h - Oficina de Enredo - Thayssa Menezes
11h - Companhia de Ballet da Cidade de Niterói
14h - Égua Mana (Carimbó)
15h - Jongo Folha de Amendoeira
16h - Mingo Silva e SAMBADILAH
Sábado, 30 de novembro
NITERÓI PRETA: ESTAÇÃO HIP HOP
A celebração da cultura preta merece uma noite do melhor do Hip Hop na cena local.
PALCO
14h - DJ Drei
16h - Joana
16h - Um Favelado Qualquer (Rafael Inácio)
16h - Gênesis
17h - Akin apresenta: Brisa
18h - Kmila CDD
19h - SPIRITUAL HIP HOP: Jef Rodriguez convida Biab e Joca
20h - Leall
OFICINA
14h - Oficina Introdução ao universo Hip Hop
14h - Oficina Wolf Crew
GRAFITE
15h Cibelle Arcanjo
15h Aila Ailita
Museu de Arte do Rio inaugura exposição ATLÂNTICOFLORESTA durante cúpula do G20
Maria Lopes e Artes
Museu de Arte do Rio inaugura exposição ATLÂNTICOFLORESTA durante cúpula do G20
Mostra celebra cultura afro-brasileira e indígena, ampliando debates sobre resistência e identidade durante o mês da Consciência Negra.
O Museu de Arte do Rio (MAR) inaugura, no dia 19 de novembro, a exposição ATLÂNTICOFLORESTA, que reúne cerca de 160 obras de artistas brasileiros em um diálogo potente sobre as relações históricas e culturais que moldaram o Brasil. A mostra, que ocorre durante a realização da cúpula do G20 no Rio de Janeiro, destaca a ancestralidade afro-brasileira e indígena, além de narrativas sobre resistência e a convivência com o meio ambiente.
A exposição, que se estende até 23 de fevereiro de 2025, celebra também o mês da Consciência Negra, com entrada gratuita na abertura, marcada para a véspera do feriado do Dia da Consciência Negra.
“Dentro das obras temos pautas como as cosmospercepções indígenas e afro-brasileiras, reflexões sobre o Atlântico como um palco de atrocidades e a convivência com a floresta. O oceano trouxe nossos parentes africanos, e a floresta abrigava nossos parentes indígenas. Esse é o eixo da exposição,” explicou Marcelo Campos, curador-chefe do MAR.
Uma nova dimensão cultural
A ATLÂNTICOFLORESTA é um desdobramento da exposição Atlântico Vermelho, realizada em abril de 2024, na sede da ONU, em Genebra. Na ocasião, a mostra foi destaque no Fórum Permanente de Afrodescendentes, um dos mais importantes eventos da ONU sobre questões étnico-raciais.
Agora, a nova exposição ganha uma dimensão maior ao retornar ao Brasil, com mais de 90% das obras oriundas do acervo do MAR, em um esforço para amplificar vozes historicamente silenciadas.
Entre os artistas cujas obras estão presentes na mostra estão:
- Rosana Paulino;
- Jaime Lauriano;
- Denilson Baniwa;
- Jaider Esbell;
- Dalton Paula;
- Yhuri Cruz;
- Ventura Profana;
- Grupo Karajá;
- Lidia Lisboa, entre outros.
Os trabalhos incluem pinturas, fotografias, esculturas, manufaturas têxteis e vídeos, compondo um panorama diverso da riqueza cultural brasileira.
Contexto do G20 e impacto cultural
A exposição ocorre paralelamente ao G20 Social, uma vertente do G20 que discute inclusão social, sustentabilidade e desenvolvimento econômico. O evento no MAR receberá lideranças internacionais, reforçando o papel do museu como referência cultural nacional e internacional.
“ATLÂNTICOFLORESTA é uma reflexão urgente sobre como culturas e identidades resistem e florescem diante de adversidades históricas. Ela amplifica a importância de colocar a ancestralidade no centro das discussões culturais e sociais,” comentou Rodrigo Rossi, diretor da Organização de Estados Ibero-Americanos (OEI), que gere o MAR em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro.
Sobre o Museu de Arte do Rio
O MAR, mantido por instituições como o Instituto Cultural Vale, Globo, Equinor, e patrocinado pelo Itaú Unibanco, é um dos principais espaços culturais do Brasil. Sua missão é conectar a cultura carioca ao mundo, promovendo o acesso à arte e ao debate plural.
“Por meio de suas exposições e iniciativas educativas, o MAR não apenas preserva expressões artísticas locais, mas também convida ao diálogo e à reflexão, essenciais para a coesão social,” reforçou Rossi.
Serviço
ATLÂNTICOFLORESTA
- Local: Museu de Arte do Rio (Praça Mauá, 5, Centro, Rio de Janeiro)
- Período: 19 de novembro de 2024 a 23 de fevereiro de 2025
- Horários:
- Bilheteria: 10h30 às 17h
- Visitação: 11h às 18h (última entrada às 17h)
- Ingressos:
- Inteira: R$ 20,00
- Meia: R$ 10,00
- Gratuidade: terças-feiras
Para mais informações sobre ingressos e gratuidade, acesse: www.museudeartedorio.org.br.
Mostra G20 de Cinema - CCBB
Maria Lopes a Artes
Mostra G20 de Cinema - CCBB
Centro Cultural Banco do Brasil- Rio de Janeiro
Entre os dias 13 e 17 de novembro, em paralelo à Cúpula Social do G20, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) no Rio de Janeiro sediará a Mostra G20 de Cinema. Este evento gratuito visa promover uma reflexão sobre as prioridades do G20 por meio de filmes de seus países-membros e convidados, proporcionando uma plataforma de diálogo e intercâmbio cultural. Com produções de mais de 10 países, incluindo França, Alemanha, Egito, Reino Unido, Brasil, Coreia do Sul, Canadá, Noruega, México, Paraguai e Itália, a mostra celebra a diversidade cultural e cinematográfica global.
Na programação, destacam-se filmes como "Stick Together (Permanecer Juntos)" da Alemanha, "Haenyeo: a força do mar" da Coreia do Sul, e "Oceano Visto do Coração" do Canadá. "La Rivière (O Rio)", da França, explora o impacto das atividades humanas nos cursos d'água e foi premiado com o Prêmio Jean Vigo de Melhor Documentário Francês em 2023. "Name me Lawand", do Reino Unido, é uma história inspiradora sobre amadurecimento e inclusão, vencedor de vários prêmios internacionais.
No dia 16 de novembro, Heloisa Schurmann abrirá a exibição de "O Mundo em Duas Voltas", documentário brasileiro sobre a jornada da família Schurmann ao redor do mundo. Outro filme brasileiro, "Pequeno Segredo", dirigido por David Schürmann, conta uma história emocionante que foi representante do Brasil no Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.
Outro destaque é "Hilando Sones (Tecendo Sons)", do México, dirigido por Ismael Vásquez Bernabé, que celebra a música tradicional e recebeu uma Menção Honrosa no Hot Docs Canadian Documentary Film Festival. Da Noruega, "Queen without Land (Rainha sem Terra)", dirigido por Asgeir Helgestad, documenta a vida de uma mãe ursa polar e os efeitos das mudanças climáticas no arquipélago de Svalbard. Este filme ganhou vários prêmios, incluindo o de Melhor Filme Ambiental no International Wildlife Film Festival e o Prêmio do Público no Green Screen International Wildlife Film Festival.
Do Paraguai, "Boreal", dirigido por Federico Adorno, é um drama que aborda a vida rural e as dificuldades enfrentadas por trabalhadores em uma comunidade menonita. O filme foi selecionado para festivais como o FICUNAM e o Chicago Latino Film Festival. De Angola, "Desperdício", dirigido por Vicent Cooper, é um curta-metragem que aborda questões ambientais e foi exibido no DocLuanda. "Ondjélua – A festa da chuva", dirigido por Eurico “Gigio” Pereira, destaca a cultura ancestral dos Mumuíla e foi exibido em diversos festivais internacionais. "Para Lá dos Meus Passos", dirigido por Kamy Lara, explora a dança como forma de expressão e ganhou o prêmio de Melhor Filme no DOC Luanda. O filme italiano "Io, Capitano (Eu, Capitão)", dirigido por Matteo Garrone, narra a perigosa viagem de dois jovens africanos em busca de uma vida melhor na Europa, destacando a resiliência e a esperança em meio às adversidades.
PROGRAMAÇÃO: https://ccbb.com.br/rio-de-janeiro/programacao/mostra-g20-de-cinema/
Espaço Cultural Correios recebe exposição sobre a Ponte Rio-Niterói
Blog. Maria Lopes e Artes
Espaço Cultural Correios recebe exposição sobre a Ponte Rio-Niterói, com experiência interativa, realidade aumentada e relatos
Espaço Cultural Correios recebe exposição sobre a Ponte Rio-Niterói, com experiência interativa, realidade aumentada e relatos
Na ocasião, será lançado o livro “Ponte Rio-Niterói 50 anos conectando histórias”, com iconografia e narrativas múltiplas sobre esse patrimônio nacional
No dia 23 de novembro (sábado), o Espaço Cultural Correios em Niterói recebe o lançamento da exposição “Ponte Rio-Niterói: histórias dentro da história”, que celebra o 50º aniversário deste marco monumental da engenharia brasileira, o aniversário de 451 anos da cidade de Niterói e os 110 anos do Palácio dos Correios localizado no Centro de Niterói.
A mostra organizada pela produtora cultural Pas de Deux Projetos, liderada por Gisele Pennella, oferece uma jornada documental e interativa que vai desde a ideia de construção de túnel submerso para ligar as duas cidades, Rio de Janeiro e Niterói, e as primeiras concepções da Ponte até seu projeto final e impacto nas gerações atuais, com destaque para vídeos, fotos, depoimentos e uma linha do tempo que revelam os bastidores e as histórias ligadas à construção e ao uso da Ponte Rio-Niterói.
Durante o evento de abertura será lançado o livro “Ponte Rio-Niterói 50 anos conectando histórias”, que reúne uma rica iconografia e narrativas múltiplas sobre a Ponte. O livro estará disponível para download gratuito por meio do site www.ponte50anos.com.br. A mostra oferece visitas mediadas para grupos interessados, com intérprete de Libras mediante agendamento prévio (telefone: (21)2503.8550.
UFF: Evento universitário gratuito em Niterói debate sobre gênero e raça no jornalismo brasileiro
Blog. Maria Lopes e Artes
UFF: Evento universitário gratuito em Niterói debate sobre gênero e raça no jornalismo brasileiro
Profissionais do mercado de comunicação participarão dos debates em 27 de novembro na 18ª edição do 'Controversas'
O 'Controversas', evento tradicional do curso de Jornalismo da Universidade Federal Fluminense (UFF), está de volta à grade extracurricular neste semestre - e repleto de novidades. Na sua 18ª edição, o evento ganha um novo parceiro: o Dissemina, projeto de extensão que debate raça e gênero no campo da comunicação, da cultura e da educação.
Através de encontros, oficinas e palestras, o Dissemina realiza ações efetivas para que os negros ocupem mais espaços intelectuais e falem por si mesmos, potencializando o olhar político crítico e estratégias transgressoras para os corpos negros.
No Controversas, portanto, a parceria guiará os temas das mesas de debate, que irão discutir “Trajetórias femininas no jornalismo brasileiro” e “A conquista do espaço jornalístico por pessoas negras”.
A mesa sobre trajetórias femininas abordará os desafios, vitórias e o papel das mulheres na construção da mídia que consumimos. Além disso, os desafios enfrentados por jornalistas nas empresas de comunicação e as questões de gênero no mercado de trabalho serão temas de debate.
Já o debate sobre raça explorará a importância de uma cobertura antirracista e inclusiva no jornalismo, e o papel da comunicação na luta contra o preconceito e a desigualdade racial. O sucesso profissional de pessoas negras também será abordado, com exemplos reais de trajetória.
Neste ano, o evento será no dia 27 de novembro, das 16h às 20h, no auditório do Bloco M, no Campus Gragoatá da UFF, em Niterói - RJ. A participação é gratuita e aberta a visitantes externos, mas é necessário retirar o ingresso sem custos através do Sympla.
Apesar da versão mais curta, realizada em apenas um dia, o Controversas promete concentrar o debate em temas fundamentais para a transformação do campo jornalístico atual, com discussões profundas e importantes sobre gênero e raça.
Sobre o Controversas:
Organizado por alunos e professores, o evento tem o objetivo de aproximar futuros jornalistas da realidade do mercado de trabalho, nas suas diferentes vertentes, e promover debates sobre práticas profissionais alinhadas à perspectiva transformação social.
Aberto a todos os frequentadores da universidade, o Controversas também recebe visitantes externos, como estudantes de outras instituições e pessoas que se interessam pelos temas abordados. Ao todo, já foram realizadas 17 edições do evento, que sempre conta com a presença de jornalistas experientes em seus respectivos campos de atuação. Os temas das últimas edições exploraram cobertura política, jornalismo digital, mídias alternativas e pandemia e comunicação.
Saiba quais as cidades mais ricas do Estado do Rio de Janeiro.
Saiba quais as cidades mais ricas do Estado do Rio de Janeiro.
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Conheça a Carreta do Tornado em São José do Rio Preto
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Ótimo Sábado a todos
Sábado é sempre sábado, igual em Paris, Porto Alegre ou Cingapura. Sempre no ar aquela expectativa — pizza, cinema, não importa — de uma gota de mel para o domingo.
Postando selinhos de reconhecimento que este blogue conquistou, 4/03/2026.
Blog. Maria Lopes e Artes Postando selinhos de reconhecimento que este blogue conquistou, 4/03/2026. " PORQUE BLOGAR E QUAL O PRAZE...
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