A repórter Lucyenne Landim acompanhou um dia na Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), em Canoas, que montou mais de 50 pontos de abrigo para receber vítimas da chuva no Rio Grande do Sul. Lucyenne entrevistou pessoas que perderam todos os seus bens e voluntários, que chegam de outros Estados para ajudar e trazer conforto. Enquanto isso, o repórter fotográfico Rodney Costa viaja até o Sul do país em uma carreta carregada com donativos.
sábado, 11 de maio de 2024
Repórter mostra rotina nos abrigos montados para receber vítimas das chu...
A repórter Lucyenne Landim acompanhou um dia na Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), em Canoas, que montou mais de 50 pontos de abrigo para receber vítimas da chuva no Rio Grande do Sul. Lucyenne entrevistou pessoas que perderam todos os seus bens e voluntários, que chegam de outros Estados para ajudar e trazer conforto. Enquanto isso, o repórter fotográfico Rodney Costa viaja até o Sul do país em uma carreta carregada com donativos.
Hoje nós vamos conhecer Teresina .
Grata ao visitante de Corumbaiba.
Rio Paranaiba município de Corumbaiba.
https://youtu.be/PcVngesfO3M?si=nRRzB1OWciGgzmAT
IMAGENS IMPRESSIONANTES da tragédia no Rio Grande do Sul.
sexta-feira, 10 de maio de 2024
Chegou mais um visitante vindo de Colombo. Estado do Paraná. Brasil
Maria Lopes e Artes
Chegou mais um visitante vindo de Colombo. Estado do Paraná.

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Muito legal em plena sexta-feira um visitante novo chegando por aqui.
Muito legal em plena sexta-feira um visitante novo chegando por aqui.
Ave de Pernambuco.
Você sabe de onde quem chegou?
Da Cidade de Bom Conselho. Pernambuco.
E vamos que vamos conhecer um pouco dessa cidade.
Aperta os cintos e Excelente viagem por aqui no YouTube. Maria Lopes
URGENTE: PONTE HISTÓRICA NO RS É DESTRUIDA para SOCORRER OS DESABRIGADOS da ENCHENTE
URGENTE: PONTE HISTÓRICA NO RS É DESTRUIDA para SOCORRER OS DESABRIGADOS da ENCHENTE
Atualização 9 e 10 maio 2024 enchentes São Leopoldo RS
Atualização 9 e 10 maio 2024 enchentes São Leopoldo RS
https://www.youtube.com/watch?v=aYv6A9fmASY&t=205sO que são as mudanças climáticas?
Blog. Maria Lopes Artes
O que são as mudanças climáticas?
As mudanças climáticas são transformações a longo prazo nos padrões de temperatura e clima. Saiba mais nessa página especial das Nações Unidas sobre o tema
Que fique bem claro. "Não estamos fazendo propaganda de nenhum aeroporto."
Não era só um cavalo...
Blog. Maria Lopes e Artes
Não era só um cavalo...
Cavalo Caramelo Símbolo de Resistência.
"As guerras estão matando os jornalistas"
Uma região em guerra
Fonte : Ranking Mundial de Liberdade de Imprensa, Link para partilhar este gráfico
©Repórteres sem Fronteiras

Na região, as guerras estão matando os jornalistas. A Palestina (157º), o país mais perigoso para os repórteres, paga um preço elevado. O exército israelense matou mais de 100 jornalistas em Gaza até o momento, entre eles pelo menos 22 no cumprimento de suas funções. Desde o início da guerra contra o Hamas, Israel (101º) tenta reprimir a informação que sai do enclave sitiado, enquanto a desinformação se infiltra no seu ecossistema midiático. Agora precedido pelo Catar (84º), Israel perdeu o seu lugar como país líder na região: a situação da liberdade de imprensa passou de “problemática” para “difícil”.
Além da Palestina, no Líbano (140º) três jornalistas foram mortos pelas forças israelenses. No Sudão (149º), em conflito interno desde abril de 2023, durante o qual vários jornalistas perderam a vida, a situação da liberdade de imprensa tornou-se “muito grave”. A Síria (179º - 4 posições) foi rebaixada para o penúltimo lugar do Ranking. E embora seja um dos países mais perigosos para os profissionais da mídia, seus repórteres exilados são alvo de ameaças de expulsão na Jordânia (132º), na Turquia e no Líbano.
Detenção de jornalistas e pressão política
Os países da região não poupam esforços para reforçar as restrições ao direito à informação: vigilância por todos os meios no Golfo Pérsico; legislações restritivas e liberticidas planejadas no Kuwait (131º) e no Líbano, ou já promulgados, como na Jordânia e na Argélia (139º), onde a imprensa independente está ameaçada de desaparecimento.
Cinco das dez maiores prisões de jornalistas no mundo ocorreram no Oriente Médio. Elas estão em Israel, na Arábia Saudita (166º), na Síria e no Irã (176º) – que, com uma política de confinamento extensivo, mantém a sua má posição no Ranking. A libertação de alguns jornalistas no Egito (170º), especialmente graças à pressão internacional, e de jornalistas mantidos reféns no Iêmen (154o), após uma reconciliação entre o Irã e a Arábia Saudita, confirma a influência dos interesses políticos na segurança dos repórteres.
Os jornalistas enfrentam pressão dos políticos de todos os países da região e muitas vezes pagam o preço da polarização política, como é o caso no Iraque (169º). Na Tunísia (118o), repórteres que criticam a permanência do presidente no poder desde 2019 são presos e interrogados, lembrando a época anterior à revolução.
Cada vez mais, os poderes traçam limites para censurar tópicos ou ditar como eles serão cobertos. Da guerra à corrupção, dos crimes financeiros às crises econômicas, do feminismo aos migrantes, dos grupos étnicos às minorias sexuais: no Oriente Médio, o campo dos assuntos “autorizados” para a imprensa continua a se restringir.
O indicador político subiu apenas no Marrocos (129º), o que se deve à ausência de novas detenções, mas isso não reduz a extensão da repressão, especialmente judicial, que continua a existir contra os profissionais da mídia.
https://rsf.org/pt-br/classement/2024/magreb-oriente-m%C3%A9dio
"As pressões políticas ameaçam cada vez mais a independência e a segurança dos jornalistas"
Blog. Maria Lopes e Artes.
Américas
Os Estados Unidos (55.º), que perderam dez posições, preparam-se para as eleições de 2024 num contexto de crescente desconfiança nos meios de comunicação, alimentada especialmente pela hostilidade aberta dos líderes políticos, alguns dos quais não hesitam em pedir a prisão de jornalistas. Em diversas ocasiões, agentes policiais locais revistaram indevidamente redações e prenderam jornalistas.
Da mesma forma, a situação é particularmente preocupante na Argentina (66º), após a chegada ao poder do presidente Javier Milei, cuja postura agressiva em relação ao jornalismo dificulta o pluralismo. No Peru (125o), as condições para a prática do jornalismo estão se deteriorando à medida que o sistema político se torna cada vez mais opaco. O país perdeu 48 posições em dois anos. Na América Central, a atitude abertamente hostil do presidente Nayib Bukele em relação ao jornalismo investigativo está por trás da queda significativa em El Salvador (133º), desde 2019.
Censura, pressão política e exílio forçado
Nos três países que estão nas últimas posições do ranking, Cuba (168º), Nicarágua (163º) e Venezuela (156o), o jornalismo está sujeito à censura com base em decisões arbitrárias que podem assumir a forma de detenções, interrupções de radiodifusão e obstáculos administrativos. Na Guatemala (138o), a criminalização de jornalistas e a prisão de José Rubén Zamora demonstram as graves ameaças que o jornalismo tem enfrentado nos últimos anos.
No Equador (110.º), a crise política e o crescimento do crime organizado perturbaram o funcionamento democrático. Apesar de não ter registrado morte de jornalistas em comparação ao ano anterior, quando ocorreram seis assassinatos, o Haiti (93º) permanece em 131º lugar entre 180 em termos de segurança. No México (121º), o país com o maior número de jornalistas mortos (72) no mundo nos últimos dez anos, o presidente Andrés Manuel López Obrador não melhorou a situação durante o último ano do seu mandato, com discursos bastante desfavoráveis aos jornalistas.
Uma evolução positiva e novos desafios
A boa notícia vem do Chile (52º), que conquistou 31 posições. A redução da polarização e o desejo do governo de promover a liberdade de imprensa, a fim de criar um ambiente mais seguro para os profissionais da mídia, contribuíram para essa recuperação. No Brasil (82o), o governo do presidente Lula obteve progressos gerais na normalização das relações com a imprensa, após um período de escalada de tensões durante o mandato do ex-presidente Jair Bolsonaro. Depois de ter sido mais bem classificado anteriormente na região, a Costa Rica (26º) continua a cair, principalmente devido às tensões entre o governo e a mídia. O Canadá (14.º) apresentou o melhor desempenho na região, mas não está imune a problemas, incluindo a incerteza econômica que o setor da mídia enfrenta.
"Então, como proteger repórteres e defensores do meio ambiente?"
Blog. Maria Lopes e Artes
"Então, como proteger repórteres e defensores do meio ambiente?"
3 de maio, é o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, que este ano é dedicado à importância do jornalismo em meio a uma série de crises ambientais crescentes.
Os jornalistas ambientais são muitas vezes os cronistas da tripla crise planetária das alterações climáticas, da perda da natureza e da biodiversidade, da poluição e dos resíduos. Muitos relatam questões ocultas, como a extração ilegal de madeira e o roubo de água doce.
Nos últimos anos, um número crescente de jornalistas ambientais tem enfrentado assédio, agressão e até assassinato. Pesquisas sugerem que mais de dezenas de jornalistas ambientais foram mortos nas últimas duas décadas, tornando-se o campo jornalístico mais perigoso após reportagens de guerra.
"Os jornalistas ambientais estão na linha de frente da tripla crise planetária", diz Andrew Raine, vice-diretor da Divisão Jurídica do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). "E nunca foi tão importante acessar informações confiáveis e verificadas por fatos."
Não são apenas os repórteres tradicionais que enfrentam represálias. Também enfrentam ameaças jornalistas cidadãos, muitos dos quais são povos indígenas que tentam proteger suas terras de corporações predatórias e autoridades locais. De acordo com o grupo ambientalista Global Witness, 1.910 defensores da terra e do meio ambiente foram mortos entre 2012 e 2022.
Grupos indígenas e ambientalistas estão cada vez mais recorrendo aos tribunais para garantir que suas vozes sejam ouvidas e que empresas e países cumpram suas obrigações ambientais. Mas os tribunais também estão sendo usados para silenciar jornalistas ambientais e defensores do meio ambiente, particularmente por meio dos chamados processos estratégicos contra a participação pública, ou SLAPPs.
De acordo com a organização internacional de direitos humanos Front Line Defenders, a criminalização de defensores de direitos humanos - que muitas vezes envolve prisões - foi a forma mais proeminente de ataque em 2022, respondendo por mais de um terço das violações registradas no ano.
Povos indígenas protestam contra o assassinato do jornalista britânico Dom Phillips e do indigenista brasileiro Bruno Pereira, mortos enquanto faziam reportagens na Amazônia em 2022. AFP/Nelson AlmeidaCom o mundo se afastando dos combustíveis fósseis e indo em direção às energias renováveis, que exigem certos minerais, os riscos para os jornalistas ambientais podem aumentar.
"À medida que vemos a crise climática piorando e mais pressão sendo colocada sobre terras e recursos, podemos ver uma repressão ainda mais dura contra os jornalistas ambientais", diz Raine.
O PNUMA vem trabalhando em questões relacionadas aos direitos humanos e ao meio ambiente há quase duas décadas. A organização está identificando as melhores práticas e conscientizando os órgãos judiciais sobre os direitos constitucionais ambientais. O PNUMA também está apoiando as negociações para o Acordo de Escazú, que garante o direito das pessoas de obter informações ambientais e participar da tomada de decisões que afetam suas vidas e o meio ambiente.
Então, como proteger repórteres e defensores do meio ambiente?
"Os países precisam garantir marcos legais adequados, inspirando-se no Acordo de Escazú", diz Raine. "Mas elas precisam ser implementadas e aplicadas de forma robusta."
Desde 2018, o PNUMA publica um guia de boas práticas em direitos ambientais. Suas recomendações incluem educar as empresas sobre suas responsabilidades ambientais e ajudar a desenvolver estruturas legais que protejam os direitos ambientais. Em 2023, as Nações Unidas também publicaram uma nota de orientação destacando como os defensores dos direitos humanos ambientais podem ser melhor protegidos.
"Em última análise, o Estado de Direito precisa ser aplicado", diz Raine, admitindo que isso pode ser difícil em áreas mais remotas. "Os jornalistas ambientais são uma parte vital do combate à tripla crise planetária e sua proteção beneficia a todos nós."
O Dia Mundial da Liberdade de Imprensa é assinalado todos os anos a 3 de Maio para celebrar o direito fundamental à liberdade de expressão, consagrado no artigo 19.º da Declaração Universal dos Direitos do Homem. Em 2024, o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa é dedicado à importância do jornalismo e da liberdade de expressão no contexto da atual crise ambiental global.
Os Cientistas e Jornalista que denunciam a degradação ambiental estão sendo ameaçados.
Maria Lopes e Artes.
Os Cientistas e Jornalista que denunciam a degradação ambiental estão sendo ameaçados.
De acordo com o jornalista Jamil Chade (UOL, 10/4/2024)
O Capital não tem reclamações da classe operária urbana, que tem se comportado muito bem. Já na fronteira agrícola, o capital se sente obrigado a assassinar lideranças rurais, camponeses, quilombolas, indígenas, ambientalistas etc. Eles se atrevem a criticar a degradação ambiental provocada pelo agronegócio, pecuária extensiva, mineração, exploração de madeira, garimpos e outras atividades produtivas poluidoras e destruidoras do meio ambiente.
Os cientistas e jornalistas que denunciam a degradação ambiental estão sendo ameaçados. Segundo um estudo da Unesco, de 2024, dois de cada cinco pesquisadores do clima sofreram ameaças à sua segurança. De acordo com o jornalista Jamil Chade (UOL, 10/4/2024), “uma onda de ataques contra jornalistas e cientistas que lidam com temas ambientais ganha força e abre uma nova fronteira de preocupação no combate às mudanças climáticas. Levantamentos realizados por organismos internacionais e entidades de pesquisa revelam que o avanço do populismo, a erosão da democracia, a desinformação e o impacto de novas tecnologias estão colocando pressão sobre a segurança e a liberdade de cientistas.”.
Jamil Chade (UOL, 10/4/2024),
Ponte de ferro antes e depois da pior tragédia ocorrida no Rio Grande do Sul. Brasil
quinta-feira, 9 de maio de 2024
Bem Vindos Visitantes de SAN JOSE - Costa Rica.
https://www.youtube.com/watch?v=YHcba6goDGI
O que é algoritmo?
O que é algoritmo?
Algoritmo é o conjunto de instruções e regras que dizem a um programa de computador o que fazer para executar sua função


Maravilhoso Final de Semana a todos que nos visitam. RJ, 9/05/2024. Maria Lopes.
Ditadura Nunca mais! Blog. Maria Lopes.
Postando selinhos de reconhecimento que este blogue conquistou, 4/03/2026.
Blog. Maria Lopes e Artes Postando selinhos de reconhecimento que este blogue conquistou, 4/03/2026. " PORQUE BLOGAR E QUAL O PRAZE...
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Maria Lopes e Artes Lula e a Democracia
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Colecionando Selinhos Tumblr. Maria Lopes e Artes. Você criou 500 posts no Tumblr! Parabéns! Você curtiu 1.000 ...










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