Maria Lopes

Maria Lopes

sábado, 4 de junho de 2016

Pro Jongo não se acabar, Jongo é Cultura.


Pro Jongo não se acabar, Jongo é Cultura.


Pro Jongo não se acabar, Jongo é Cultura.

Grupo Cachuera! - Saravá, jongueiro velho



Publicado em 5 de abr de 2013
O Samba Paulista e seus Batuques no Espaço Cachuera! - SP, em junho de 2012
Saravá Jongueiro Velho (Jeferson Alves de Oliveira)
Grupo Cachuera! - O Grupo Cachuera! é um coletivo de práticas e estudos das tradições populares de música e dança do Sudeste brasileiro, centrado na divulgação de duas vertentes principais desse repertório: os batuques de terreiro e as congadas. Todo trabalho desenvolvido pelo grupo baseia-se nas viagens de campo, na pesquisa teórico-bibliográfica e nos ensaios, realizados ao ar livre no campus da USP

O evento fez parte do projeto É Tradição e o Samba Continua...2012
O projeto, realizou 8 eventos sobre o Samba de São Paulo, reunindo 34 artistas representativos do samba de São Paulo no Memorial da América Latina, Espaço Cachuera e Auditório Ibirapuera em 2012.

O projeto proporcionou encontros memoráveis do samba paulista e da música popular brasileira, reunindo diversos artistas representativos do samba de São paulo e da cultura popular.
02/05/2012 -- Quinteto em Branco e Preto, Virgínia Rosa e Célia.
03/05/2012 -- Fabiana Cozza, Adriana Moreira e Tereza Gama.
04/05/2012 -- Dia das Comunidades do samba - Samba dá Cultura, Maria Cursi, Samba da Tenda e Pagode da 27.
05/05/2012 -- Mulheres - Ana Elisa, Elizeth Rosa, Graça Braga, Railídia e Dona Inah.
06/05/2012 -- Toinho Melodia, Chapinha, Osvaldinho da Cuíca e Velha Guarda da Camisa Verde e Branco e Mestre Sala e Porta Bandeira.
20/05/2012 -- Comunidade Samba da Vela, Graça Braga, Tia Cida de São Matheus e Samba da Laje.

Em dois dias de espetáculo, o Grupo Paranapanema, recebeu diversos artistas em uma homenagem ao samba paulista, suas raízes e seus batuques.
Direção Artística: Luiz "Lobo" Fonseca
Sambas tradicionais, partido-alto, samba de terreiro, samba de bumbo, jongos, batuque de umbigada e congadas.
16/06/2012 - Grupo Paranapanema, Cássio "Portuga", Teroca, Toinho Melodia, A Quatro Vozes e Sambaqui (Samba de Bumbo).
17/06/2012 - Grupo Paranapanema recebe: Tião Carvalho, Marcelo Pretto, Seu Benedito e Família, Daniel Reverendo e Grupo Cachuera! (Roda de Jongo
Realização Por do Som
Patrocínio Brahma
Apoio Governo de São Paulo - Secretaria de Estado da Cultura, através do Proac, Programa de Ação Cultural
projeto selecionado pelo Ministério da Cultura – Funarte através do Prêmio Procultura de Apoio a Festivais e Mostras de Música.
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Jongo é Cultura e tradição em Valença.

Jongo é Cultura e tradição em Valença. 
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Jongo para Iemanjá - Griot, tribal, dandalua.wmv


Enviado em 3 de fev de 2012
Jongo realizado no dia 02 de Fevereiro para Iemanjá, estiveram presentes os grupos Griot, TRIBAL, Dandalua e Cia. Folclórica da UFRJ.
Este vídeo é um Registro feito pelo núcleo

Jongo e tradição em Valença
Quilombo de São José terá fim de semana de festa pela liberdade
Os tambores sagrados do jongo
Os tambores sagrados do jongo  (Foto: Fernando Souza)
Quilombola com seu instrumento
As crianças tem contato com a tradição através do jongo
Os quilombolas conquistaram seu direito a terra através do jongo
Os mais velhos passam a tradição do jongo para os mais novos
"No dia treze de maio,
é um dia muito bonito.
Todos pretos se reúnem,
meu Deus do céu,
pra saravá São Benedito"


A letra acima é de um jongo, ritmo tradicionalmente dançado no dia 13 de maio em homenagem aos pretos velhos e que na última década tomou os palcos do Brasil e do mundo. Muito mais do que uma dança, o jongo foi a arma utilizada pelos moradores do Quilombo São José, em Valença, na luta pela sua garantia de propriedade e pela preservação da cultura negra. Nos próximos dias 15 e 16, sábado e domingo, a comunidade abrirá novamente suas portas e estará em festa, comemorando, além da histórica abolição, mais um passo na conquista do direito a terra. Isso porque, em novembro passado, o Governo Federal assinou decreto de reconhecimento da comunidade como área de interesse social, a última etapa para concessão da terra para os moradores do quilombo de São José.

A festa do jongo, que acontece nesse fim de semana no quilombo, traz, além da dança, vários outros atrativos da cultura tradicional da região. Estarão presentes o calango, a folia de reis, as rezas, a medicina natural, a venda de produtos da agricultura familiar e do artesanato tradicional, e a já famosa feijoada, como avisa Toninho Canecão, líder do Quilombo:

"Nessa quinta nós já compramos o material pra fazer uma boa feijoada e receber todo mundo! Estamos montando as barracas e guardando um público maior do que no ano passado, que já foi de 2.500 pessoas" explica o irmão de Mãe Tetê, mãe de santo da comunidade. Cabe a ela, como líder espiritual do quilombo, um dos momentos mais emocionantes da festa: benzer todos os participantes, ao redor da fogueira, antes do jongo correr solto. "Antigamente nossa festa era fechada, só para os quilombolas, mas a partir da década de 1990 começamos a abrir a festa para o público em geral e hoje em dia já podemos notar que mais de 80% das pessoas que participam são de outras regiões."

O São José é um dos mais tradicionais quilombos em atuação no país. Ocupada pela mesma família, há cerca de 150 anos, a área de casas de pau a pique e telhado de palha conta hoje com mais de 200 moradores descendentes da etnia Bantú - com origem na antiga região do Congo-Angola (África Subsaariana) Tudo começou quando o fundador da comunidade, Pedro, veio em um navio de Angola para trabalhar nas lavouras do Vale do Paraíba, mais especificamente na Fazenda São José. Após o declínio da produção de café na região, seus descendentes continuaram morando nas terras onde antes tratavam o produto.

O músico Marcos André foi um dos primeiros a ter contato com a festa e as tradições da comunidade quilombola: 

"Fazia parte do Jongo da Serrinha, do mestre Darcy, e começamos a descobrir outros grupos que haviam no estado. Tive meu primeiro contato com o Quilombo São José em 97 e foi como descobrir o berço do jongo. Lá não tinha luz, que só chegou há quatro anos, e por ser um grupo composto por agricultores, todos da mesma família, que casavam entre si, ainda mantém quase o mesmo cenário de um século atrás."

jongo é utilizado também como forma de manter as origens e passar a tradição da cultura negra. A dança que veio da região de Congo-Angola para o Brasil, na época da escravidão, reverencia os ancestrais, os preto-velhos, e associa o religioso com o profano, já que é dançada de forma respeitosa, com os pés descalços e roupas utilizadas no dia a dia. Tambores sagrados são postos ao ar livre, onde dançarinos se benzem antes de começar a evoluir ao redor da fogueira com passos ritmados embalados por músicas que são passadas de geração a geração. Através da letra dos jongos, coalhadas de termo poéticos e de referências aos antepassados, os mais velhos passam sua tradição para os mais jovens, em um processo natural de transferência de memória oral e coletiva.

Festa e cidadania


Segundo Toninho, a comemoração do dia 13 de maio foi essencial para melhorar a estrutura do Quilombo:

"Nossa festa já foi capa de revista no Japão e manchete de jornal nos EUA, além de ter gerado o contato da comunidade com pessoas de todo o Brasil e do mundo afora. Hoje em dia a festa ajuda muito o nosso quilombo, já que conseguimos investimentos e melhorias estruturais, assim como adquirimos conhecimento para poder lutar pelo direito à nossa terra."

No dia 20 de novembro de 2009 o Presidente Lula assinou um decretoque levou à última etapa para a concessão do direito de propriedade da terra para os moradores de dois quilombos do estado, o de São José e o de Preto Forro, em Cabo Frio. Logo, a festa do próximo final de semana terá mais um motivo de comemoração: 

"Queremos nos manifestar a favor do direito de terra, além de poder ajudar outras comunidades que passam pelo mesmo processo" disse o líder da associação, que complementou: "sonhamos com o dia em que o proprietário dessas terras seja afastado. Ele chegou a oferecer dois bois por ano para que evitássemos a entrada de outras pessoas no nosso festejo. Tudo isso, porque a festa foi muito boa para nossa comunidade, já que adquirimos respeito internacional e nos fortalecemos na luta pela propriedade."

O jongo, hoje reconhecido como Patrimônio Imaterial, foi utilizado como instrumento para conquista da cidadania naquela região, já que o interesse das pessoas de fora, caracterizado como turismo étnico, deu força à comunidade, que também ganhou mais destaque com o documentário O Jongo ? Ritual e Magia no Quilombo São José, que pode ser visto aqui. De acordo com Marcos André, o uso da dança foi estratégico: 

"O mundo globalizado se volta para as identidades locais, buscando conhecer suas tradições. A partir disso, a comunidade quilombola ganhou visibilidade através do jongo, que trouxe fama e força tanto para região quanto para seus moradores. Todas as conquistas feitas pelos quilombolas são reflexo do poder da dança."

E as conquistas não foram poucas. Além da assinatura do decreto do presidente Lula e da chegada da luz elétrica, a comunidade recebeu tratamento de água e esgoto assim como melhorias na estrada que dá aceso ao Quilombo São José, hoje em dia facilmente encontrado devido às placas de sinalização instaladas há poucos anos. Além disso, segundo Toninho Canecão, hoje em dia quase todos os quilombolas da comunidade estão alfabetizados e a prefeitura de Valença presta a assistência necessária em relação à educação e assistência médica. A comunidade, então, sobrevive conservando suas raízes e com a dignidade que merece. 

Colaboração de Gustavo Durán (Na postagem original

Jongo da Serrinha, em Madureira - Rio de Janeiro

Jongo da Serrinha, em Madureira - Rio de Janeiro


http://slideplayer.com.br/slide/2714088/

Jongo, Disciplina Arte. 
Origem: o Jongo é uma dança de origem africana, possivelmente do povo oriundo de Angola, da qual participam homens e mulheres, significando divertimento. O canto tem o papel fundamental, associado aos instrumentos musicais e à dança. Alguns pesquisadores classificam-no como um de "tipo de samba" mais antigo, seria ele que daria mais tarde origem ao samba. Em alguns locais, o nome pode variar como Caxambu, Dança do Jongo, Bambelô, dentre outros.

A Festa: é uma música feita para dançar, e se fundamenta com o "ponto", ou seja, a pessoa tem que "desamarrar"(decifrar) o "ponto". O "ponto" seria uma espécie de adivinha, onde o verso cantado não expressa de forma muito clara o que se trata, e é preciso descobrir para saber do que fala a música.
Exemplo de uma crítica feita a um chefe político:

"Tanto pau de lei
que tem no mato,
imbaúba é coroné."

A explicação do "ponto" é que no meio de muita gente boa que existe, foram escolher logo o "coronel" que não é bom, para um cargo tão importante. Segundo a comparação da música: Pau de Lei: Gente boa, e Imbaúba: árvore cuja madeira é ôca sem muita serventia, gente ruim.

Na maioria das vezes, a música é cantada por duas ou três vozes. Em alguns locais é comum as pessoas participantes do Jongo dançarem ao redor dos instrumentos, noutros lugares dançam em frente aos instrumentos,sendo a que é uma dança de roda que se movimenta de forma contrária ao ponteiro do relógio(sentido anti-horário) coisa pouco comum, como passos para frente,pulos,giros ,etc.
Na Dança são utilizados os seguintes instrumentos musicais: atabaque guanazamba, guaiá, atabaque candongueiro, puíta,cuíca, atabaque cazunga.

http://www.arte.seed.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=121

O Jongo na Serrinha

O Jongo na Serrinha
Imagem bandeira do brasil

Adouma - Santana Ft.

Adouma - Santana Ft.


Adouma - Santana Ft.

I Collage - Sole Rosso

I Collage - Sole Rosso


                           

G. Montanari ( Viento Del Arena)

    Viento Del Arena)

https://www.youtube.com/watch?v=MJ2mjN7XrCM&feature=youtu.be


http://www.imagui.com/a/ciganas-iG6rG8zdK

Muhammad Ali deixa o trono do mundo aos 74 anos sem sucessor.

Muhammad Ali morre aos 74 anos
Com problemas respiratórios, Muhammad Ali havia sido hospitalizado


"-A Força de vontade deve ser mais forte do que a habilidade.  Muhammad Ali 
Ali não mudou apenas o boxe com seu estilo pouco usual para um peso-pesado. Sem ele, os Estados Unidos, e, quiçá, o mundo, seriam diferentes.


 mmmmmmmmmmmmmmmm
Assim como provou que velocidade, movimentação e inteligência estratégica podiam vencer a força bruta dentro das cordas, mostrou que a subserviência a uma sociedade desigual e discriminatória não era a única opção. Colocou-se, assim, ao lado de heróis como Malcolm X e Martin Luther King, duas das referências políticas dos negros em seu país.
Ali não mudou apenas o boxe com seu estilo pouco usual para um peso-pesado. Sem ele, os Estados Unidos, e, quiçá, o mundo, seriam diferentes.
Assim como provou que velocidade, movimentação e inteligência estratégica podiam vencer a força bruta dentro das cordas, mostrou que a subserviência a uma sociedade desigual e discriminatória não era a única opção. Colocou-se, assim, ao lado de heróis como Malcolm X e Martin Luther King, duas das referências políticas dos negros em seu país.
Será difícil encontrar outro personagem com a mistura explosiva de lucidez e arrogância, talento e determinação, força e caráter. O próprio Ali sabia.
— Eu sou o rei do mundo! — gritou, aos 22 anos, quando bateu Sonny Liston para conquistar o título mundial pela primeira vez, em 1964.
De alguma forma, sua incontida falta de modéstia tinha razão de ser. Muhammad Ali deixa o trono do mundo sem sucessor.
Os principais pontos da trajetória do lutador
CAMPEÃO OLÍMPICO
Jovem, Ali solidifica uma vitoriosa carreira amadora, que culmina no título olímpico conquistado em 1960, nos Jogos de Roma.

"EU CHACOALHEI O MUNDO!"
Ainda com o nome de batismo de Cassius Clay, bate Sonny Liston e conquista o cinturão dos pesados. No ringue, eufórico, berra aos microfones que "chacoalhou o mundo" e que é "o maior".
ISLAMISMO E TROCA DE NOME
Logo após a conquista, anuncia que se juntou à Nação do Islã. É rebatizado com o nome Muhammad Ali, mas jornalistas e adversários seguem lhe chamando de Cassius Clay, o que o enfurece.
CONVOCAÇÃO RECUSADA E PRISÃO
Em 1967, é chamado a lutar na Guerra do Vietnã. Vai preso, condenado em primeira instância a pena de cinco anos. Fica em liberdade enquanto o recurso vai até a Suprema Corte, mas as comissões de boxedos EUA lhe negam permissão para lutar. Fica quatro anos longe dos ringues, até que a decisão em última instância o absolve. Durante o período fora do boxe, solidifica a imagem de líder político com palestras condenando a opressão dos negros.
"LUTA DO SÉCULO" E REVANCHE
Em 1971, de volta aos ringues, Ali enfrenta o que viria a ser seu principal rival, Joe Frazier. No Madison Square Garden, em Nova York, perde, por pontos, pela primeira vez como profissional. Três anos depois, reencontra seu algoz e consegue a revanche, também por pontos.
NO ZAIRE, O SEGUNDO TÍTULO
Ali era o azarão diante do favorito George Foreman no Zaire, em 30 de outubro de 1974. Antes da luta, o agora veterano de 30 anos recebeu o apoio dos locais, que tornaram célebre o grito de "Ali, boma ye!" (Ali, mate-o). Conquistou seu segundo título após sofrer duros golpes de Foreman até desgastá-lo. Venceu por nocaute.
FRAZIER, DERROTA E TERCEIRO CINTURÃO
Em 1975, Ali volta a enfrentar Frazier em mais uma luta épica, dessa vez em Manila, nas Filipinas. Vence por nocaute técnico. Três anos depois, perde o título para Leon Spinks. Recupera-o meses depois contra o mesmo adversário e se torna o primeiro boxeador a conquistar o título três vezes.
DECLÍNIO
Em 1979, Ali anuncia a aposentadoria, mas tenta o retorno um ano depois. Na época, já apresentava tremores nas mãos e problemas para falar. Mesmo assim, luta contra Larry Holmes e é facilmente derrotado. Aposenta-se em 1981 após perder seu último combate contra Trevor Berbick.
PARKINSON E HOMENAGEM
Em 1984, Ali é diagnosticado com a Doença de Parkinson, doença comumente relacionada a traumas na cabeça. Doze anos depois, aparece trêmulo na cerimônia de abertura da Olimpíada de 1996, em Atlanta, e acende a pira olímpica, em uma homenagem emocionante.
FAMÍLIA NUMEROSA
Quatro casamentos, sete filhas e dois filhos. Ali teve uma vida pessoal agitada, mas "sossegou" com a quarta mulher, Yolanda "Lonnie" Williams, com quem se casou em 1986 e ficou até seus últimos dias.

Muhammad Ali: 'Mãe, o que aconteceu com os anjos negros?'

                                           Beautiful baby angel.:
                                                Lindíssima Mãe de Jesus.:                                    https://br.pinterest.com/pin/363384263663428940/

Mimo que recebi da amiga Silvana Capozzi.

Mimo que recebi da amiga Silvana Capozzi.



Visitem o blog Restaurações e Artes.

http://silvanacapozzi.blogspot.com.br/





Troca de Livros em evento cultural na frente da Prefeitura de São Paulo (viaduto do chá15).




MARIA, o Maurício fez um abaixo-assinado pedindo a liberação da venda de livros usados em São Paulo, mas ainda não teve nenhuma resposta da prefeitura. Por isso, ele quer convidar você para um evento de troca de livros na frente da Prefeitura de São Paulo!
Confirme sua presença para mostrar que você se importa com a cultura.
Sabe aquele livro que você já leu e ficou parado na estante? Ele pode ensinar um monte de coisas para outra pessoa e, em troca, você ganha um novo. É só escolher quais você quer trocar e participar. De quebra, você pode mostrar para a Prefeitura que quer mais incentivo à cultura!
Quando? Dia 09/05 (quinta-feira), de 14h às 17h
Onde? Na frente da Prefeitura de São Paulo (Viaduto do Chá, 15)
Estaremos bem sinalizados para facilitar o encontro. \o/
Nos vemos na quinta-feira!
Um abraço,
Maurício Eloy

sexta-feira, 3 de junho de 2016

"Santa ou vadia não te devo nada." "Pago tudo que consumo com o suor do meu emprego".

"Pago tudo que consumo com o suor do meu emprego".



                           


https://www.tumblr.com/tagged/rosa-vermelha

LORENA E RAFAELA AOS 5 E 6 ANOS DE IDADE NOSSO AMOR É OURO

LORENA E RAFAELA AOS 5 E 6 ANOS DE IDADE NOSSO AMOR É OURO

E Agora José declamado pelo menino Zé .






E agora, José?

Carlos Drummond de Andrade

E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,

e agora, José?
e agora, você?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama, protesta?

e agora, José?

Está sem mulher,
está sem carinho,
está sem discurso,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?



Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio – e agora?


Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?

Se você gritasse,
se você gemesse
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse...
Mas você não morre,
você é duro, José!


Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia, 
sem parede nua
para se enconstar,
sem cavalo preto
que fuja a galope
você marcha, José!
José, para onde?

Letra foi extraída:
https://www.vagalume.com.br/paulo-diniz/e-agora-jose.html

E agora José na voz de Drumond.
https://www.vagalume.com.br/paulo-diniz/e-agora-jose.html

MMORTALITY - Celine Dion

MMORTALITY - Celine Dion

Nada na vida é por acaso

Nada na vida é por acaso

Nada na vida é por acaso

Obrigada por sua visita.Ótimo Sábado a todos.

Onde está você - Tim Maia

Onde está você - Tim Maia




 Onde esta você
Na chuva, no vento
Sem mim agora
Temporal
Onde esta você
Na chuva
Não chora
Vendaval
Onde esta você
No tempo
Sem tempo
Litoral
Onde esta você
Sem volta
Surreal

Julia Arruda 2009