Descrição: O Solar do Jambeiro foi aberto ao público em 22 de novembro de 2001, após minucioso processo de restauração que preservou as características arquitetônicas do prédio. O casarão é um dos mais bem preservados exemplares da arquitetura residencial urbana de meados do século XIX, com autênticos azulejos de padrão (característicos das construções portuguesas) nas paredes externas e nas telhas. O prédio é chamado de solar por ocupar o centro do terreno, recebendo sol por todos os lados. Construído em 1872 pelo comerciante português Bento Joaquim Alves Pereira, foi vendido em 1892 ao diplomata dinamarquês Georg Christian Bartholdy, que exerceu a função de cônsul do Brasil em Copenhagem entre os anos de 1912 e 1918. O espaço foi alugado em diversas ocasiões até 1920, quando a família Bartholdy passou a morar no palacete, modernizando as instalações internas. Fonte: Secretaria de Estado de Cultura.
“Quem criou me ensinou”, com curadoria de Jorge Mendes. O público vai poder contemplar cerca de cem obras – entre escultura em argila e madeira, além de pintura – incluindo uma instalação com referência ao bairro do Alto do Moura – um dos mais importantes de Caruaru, terra de Vitalino, Manuel Eudócio, Galdino, entre outros.
A mostra é uma homenagem a vinte e cinco mestres da arte popular brasileira, como Louco Boaventura, Geraldo Teles de Oliveira (GTO), Artur Pereira, Izabel Mendes, Maurino de Araújo, entre outros, que passaram seus conhecimentos para familiares e alunos – discípulos – que hoje dão prosseguimento à arte e ao estilo desses mestres. Com isso, torna-se possível a continuidade e a renovação dos trabalhos, por meio do potencial criativo de cada um. A cenografia é toda em papelão reciclado.
Os trabalhos representam o universo particular de cada artista e são variados, destacando religião, família, trabalho, entre outros temas. Para o mote curatorial, Jorge Mendes focou na importância do trabalho comunitário e familiar.
Marque na sua agenda: Todo 3º Sábado do Mês, dedicado a
Serviço:
Exposição “Quem criou me ensinou”, curadoria de Jorge Mendes
Abertura: 25 de maio, quarta-feira, a partir das 10h
Período expositivo: de 25 de maio a 4 de setembro
Visitação: de terça a domingo, das 10h às 17h
Onde: Museu Janete Costa de Arte Popular
Endereço: Rua Presidente Domiciano, 178, Ingá, Niterói-RJ
Localizada no interior da montanhosa península Balcânica, a Macedônia limita-se com a Sérvia (a noroeste), Bulgária (a leste), Grécia (ao sul) e Albânia (a oeste), seu território não possui saída para o mar.
A Macedônia é uma das ex-repúblicas da Iugoslávia, cuja independência foi obtida no dia 17 de setembro de 1991. O processo de independência ocorreu de forma pacífica, diferentemente dos outros países dessa região. A Bulgária foi o primeiro país a reconhecer a Macedônia como nação independente. No entanto, a Grécia foi totalmente contra esse processo em razão do emprego do nome e do símbolo da bandeira utilizada, visto que a Grécia tem uma província chamada Macedônia.
A oposição da Grécia resultou num bloqueio comercial, em fevereiro de 1994, à Macedônia. Somente com a modificação da bandeira e da constituição nacional, em 1995, os dois países normalizaram as relações, retornando as exportações agrícolas pelo porto de Salônica, no mar Egeu.
A maioria da população nacional é seguidora do cristianismo ortodoxo. Em 1999, durante a guerra do Kosovo, aproximadamente 360.000 albaneses (mulçumanos) refugiaram para a Macedônia. Em 2001, a tensão entre albaneses e macedônios quase desencadeou um confronto, entretanto, um acordo de paz estabeleceu um convívio pacífico entre as diferentes etnias.
Igreja Ortodoxa St. Spas
A Igreja Ortodoxa “St. Spas”, na parte antiga da cidade, foi construída no século XIX. A iconostase contém belas esculturas em madeira, esculpidas pelos escultores Mijak Petre e Marko Filipovski e Makarie Frchkovski. No pátio da igreja fica a tumba do maior revolucionário macedônio do século 20 – Goce Delcev, e ao lado fica o antigo bazar turco, onde há artesanato antigo e outras instalações importantes.
Memorial da Madre Teresa
Este Memorial foi construído em Homenagem a Madre Teresa de Calcutá, muitos não sabem, mas ela nasceu em Escópia. O memorial foi construído no exato local de Batismo da Madre. Muitos turistas e religiosos vem todos os anos para conhecer o memorial.
"Ponte das Artes sobre o rio Vardar".
Ao que parece, a cidade - chamada de Skopje ou Скопје nas línguas locais - era um lugar relativamente cinza e sem graça durante a maior parte das últimas décadas. Em 1963, um terremoto arrasou a cidade. O desastre, porém marcou a região de duas formas talvez inesperadas. A primeira delas, política: foi um grande exemplo (ou oportunidade, ou pretexto) para o Marechal Broz Tito, o poderoso presidente da Iugoslávia, usar sua diplomacia visando a atrair investimentos da comunidade internacional. Em plena Guerra Fria, a Iugoslávia gozava de uma posição ímpar: um país não-alinhado, o que tornou possível que o esforço de reconstrução da cidade fosse feito com ajuda tanto do bloco ocidental quanto do bloco dito comunista. Até hoje, muitos logradouros de Escópia têm nomes que homenageiam doadores que ajudaram na reconstrução: a rua México, o quarteirão russo, os blocos sueco e finlandês
Mesmo assim, a cidade reerguida dos escombros não deixava de ter a cara da arquitetura socialista iugoslava, ou seja, continuava um tanto cinza e sem graça.
A coisa toda mudou radicalmente há poucos anos, quando a prefeitura resolveu executar um grande plano de reurbanização, enchendo a cidade de monumentos, pontes e prédios grandiosos. O conceito de arquitetura neoclássica foi levado às últimas consequências em colunas, fachadas e outros elementos que lembram nitidamente a antiguidade da região. Algumas das construções impressionam pelo tamanho, outras pelo realismo, outras ainda por um ar, digamos, kitsch - um exemplo é o inacreditável hotel em que ficamos, erguido sobre pilares cravados no rio para imitar um barco. Inusitado, sem dúvida. O hotel-navio disputa a atenção dos passantes com fachadas cheias de colunas, pontes repletas de estátuas e monumentos como o de Alexandre, o Grande. Isso sem contar que em fevereiro de 2017, quando visitamos, a cidade continuava com diversos canteiros de obras a anunciar futuros acréscimos à paisagem.
Carnaval de rua - Macedônia Central
Danças da cidade de Flórina (distrito de Flórina), na Macedônia Ocidental.
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