segunda-feira, 1 de maio de 2023

Exposição de telas dos alunos do CREI João Pedro no Abril Azul. “Nosso Mundo Azul pode ser Colorido.”

Maria Lopes e Artes.


“Nosso Mundo Azul pode ser Colorido.” 

                                  

EXPOSIÇÃO DE TELAS DOS ALUNOS E ALUNAS DO   ENCERRA A PROGRAMAÇÃO DO ABRIL AZUL



"A I Exposição de Telas “Nosso Mundo Azul pode ser Colorido” dos alunos e alunas do Centro de Referência de Educação Inclusiva (CREI) João Pedro de Souza Rosa encerrou a programação do Abril Azul – mês dedicado à conscientização do Autismo. 

O evento aconteceu no Centro de Cultura Raul de Leoni.

As telas das alunas e alunos ficaram expostas no saguão do Centro de Cultura Raul de Leoni e na entrada da Biblioteca Central Municipal Gabriela Mistral. Agora as pinturas seguem para exposição no próprio CREI João Pedro. A orquestra da Ação Social pela Música do Brasil participou do evento, que também com contação de histórias para as crianças.

Atualmente, a rede municipal de ensino conta com 603 alunos e alunas matriculados com o diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA). Eles são acolhidos pedagogicamente conforme as necessidades individuais."

                         

     "Orquestra da Ação Social pela Música do Brasil - Núcleo mosela Petrópolis."


 

   Obs: "A Exposição de telas continua aberta no 


                    Centro de Cultura Raul de Leoni".


Orquestra da Ação Social pela Música do Brasil - 
Núcleo mosela Petrópolis."
Liga o Som










Liga o Som


As imagens recebi via WhastApp.
Veja mais. Trechos da postagens foram extraídas do Link: https://tvc16.com/portal/2023/04/29/exposicao-de-telas-dos-alunos-e-alunas-do-crei-joao-pedro-encerra-a-programacao-do-abril-azul/

sexta-feira, 28 de abril de 2023

BONECA DE PAPEL NO PAÇO IMPERIAL- RJ

 

Maria Lopes e Artes

BONECA DE PAPEL NO PAÇO IMPERIAL - RJ

18/ABR

Maria Fernanda Lucena - 002
Maria Fernanda Lucena - 003
Maria Fernanda Lucena - 001

A exposição individual de Maria Fernanda Lucena permanecerá exposta no Paço Imperial, Centro, Rio de Janeiro, RJ,  até 20 de maio, quando a artista apresenta “Boneca de papel”, sua nova série de trabalhos. As obras exibidas começaram a ser pensadas através de práticas comuns à artista, o recorte e a colagem, fazeres que ela considera lúdicos por rememorarem modos de brincar, além de gestos costumeiros ao universo da moda, um dos pilares da sua produção. Frequentadora da feira de antiguidades da Praça XV, no Centro do Rio de Janeiro, garimpa fotografias 3×4 e, partindo delas, elabora imagens sobrepostas. Sutura os rostos desconhecidos com figurinos de artistas da cultura pop e de suas referências musicais.

As pinturas de tinta a óleo sobre papelão são sustentadas por molduras em escala humana, medindo 1,80 metros de altura. O ornamento de madeira, que geralmente delimita, se transforma em parte integrante dos trabalhos, utilizado como um anteparo que divide e compartimenta, mas também possibilita frestas, além de impulsionar a construção de ambientes vazios e ecos, em uma narrativa labiríntica.

“Lucena cria um jogo de identidades. Há em suas pinturas humor e uma certa nostalgia, fruto das memórias que escolheu revolver. Suas figuras ganham corpo no modo que criou para exibi-las, são passantes, mas nos entregam algo”, ressalta Bruna Araújo, que responde pela curadoria da exibição.

Sobre a artista

Maria Fernanda Lucena nasceu em 1968 no Rio de Janeiro. Depois de estudar e trabalhar com indumentária e design de moda, ingressou na EAV- Parque Lage – frequentando diversos cursos onde passa a se dedicar ao desenho e à pintura. Suas exposições individuais foram curadas por Efrain Almeida, na C. galeria, e na galeria Sem título, e por Cesar Kiraly “A intimidade é uma escolha”, na galeria de Arte Ibeu, em 2017, no ano anterior foi vencedora do prêmio “Novíssimos”. Em projetos coletivos expôs a convite dos curadores Brígida Baltar, Isabel Portella e Marcelo Campos. Integra coleções particulares e o acervo do Mar – Museu de Arte do Rio.

Praça Quinze de Novembro, 48 - Centro, Rio de Janeiro - RJ, 20010-010

Paço Imperial, endereço

Veja Mais: https://www.bolsadearte.com/oparalelo/category/museus

quinta-feira, 27 de abril de 2023

Dia do Trabalhador - Festival & a Cidade - 30/04/ e 1/5 de 2023.

Maria Lopes e Artes 

Dia do Trabalhador - Festival & a Cidade - 30/04/ e 1/5 de 2023.


FESTIV de Julho, São Pulo


Entre os dias 30/4 e 1/5, a Ocupação 9 de Julho, em São Paulo, reúne atrações diversas em evento comemorativo do Dia do Trabalhador. Organizado pelo Movimento Sem-teto do Centro, o festival é uma oportunidade de conhecer o trabalho desenvolvido na Ocupação 9 de Julho. Pautados em práticas coletivas de difusão de arte e cultura e da luta por moradia, o movimento e a ocupação trazem comida, música e feira de empreendedorismo no evento que começa domingo. O cronograma completo será divulgado em breve nas redes da Ocupação e do MSTC.

Integrantes do MST e MSTC reunidos na Ocupação 9 de Julho [Foto: Reprodução MST/Edouard Fraipont]

 Veja mais: https://select.art.br/agenda/

Em Cartaz: Retrospectiva do artista baiano J. Cunha no MAM - Bahia - BR

Maria Lopes e Artes 
Em Cartaz: Retrospectiva do artista baiano J. Cunha no MAM - Bahia - BR




Inaugurada no dia do aniversário de 474 anos de fundação da Cidade do Salvador (29/3), a retrospectiva do artista baiano J. Cunha no MAM Bahia reúne 60 anos de trajetória sob o título em bantu, que significa feitiço, encantamento. No primeiro de três atos em que se divide a exposição são mostradas pinturas, instalações e objetos que plasmam as influências dos signos da cultura da Bahia, da sua origem afro-indígena-sertaneja; da cultura pop, Tropicalismo e do Carnaval de Salvador.O segundo ato, previsto para maio, vai trazer ao segundo piso do Casarão do MAM as criações do J. Cunha “designer”, como cenários, cartazes, tecidos de blocos afro e figurinos. 
                        
Veja Mais: 
https://select.art.br/agenda/uanga-de-j-cunha/

O Problema é Falta de Tempo? Tire um Tempo para ouvir o teu coração.

 

       O Problema é Falta de Tempo? Tire um Tempo para ouvir o teu coração.



                                                           Liga o Som.

               O Problema é Falta de Tempo? 

           Tire um Tempo para ouvir o teu coração.
           Maria Lopes e a Arte do Espetáculo.



              

AQUI É O FIM DO MUNDO, de Jaime Lauriano

Maria Lopes e Artes

Aqui é o Fim do Mundo, de Jaime Lauriano

quarta-feira, 26 de abril de 2023

"Cine Arte UFF apresenta filmes com rica produção audiovisual indígena."

 Maria Lopes e Artes

  "Cine Arte UFF apresenta  filmes com rica produção audiovisual indígena."

Cena de “A Terra Negra dos Kawa” (Foto: Divulgação)

Cine Arte UFF – 27 de abril a 03 de maio

No mês da visibilidade indigena, propomos ao nosso público a sensibilização do olhar para esses vastos universos. A Mostra Mirações Indígenas é composta por três longas-metragens e cinco curtas-metragens que irão compor sessões duplas, com um curta e um longa. São filmes que trazem uma diversidade de modelos de produção audiovisual, etnias, línguas, regiões e histórias, compondo um pequeno painel da rica produção audiovisual indígena. Também trazemos a última chance para os ótimos PacifictionClose Decisão de partir e a chegada na nossa programação de Broker – uma nova chance, com o magnífico Song Kang-ho de Parasita, vencedor do prêmio de melhor ator em Cannes em 2022.




Carnaval do Povão é na Intendente Magalhães.

  Maria Lopes e Artes.  Carnaval do Povão é na Intendente Magalhães.  Intendente é do povão. Não não tem essa história de jurados da ala ...