Maria Lopes e Artes.
No Rio de Janeiro, 18 de maio de 2023
Adoro Cinema.
No Rio de Janeiro, 18 de maio de 2023
Adoro Cinema.
Veja mais no link abaixo.
https://marialopesblog.wordpress.com/2023/05/18/dancando-no-silencio/
Maria Lopes e Artes.
No Rio de Janeiro, 18 de maio de 2023
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10 de maio, é comemorado o Dia da Cozinheira ou Dia do Cozinheiro.
A data é uma forma de homenagear o profissional que se dedica a preparar refeições deliciosas com técnica e dedicação.
A cozinheira tem um papel fundamental no cotidiano de alguém. Por isso, neste 10 de maio, Dia da Cozinheira, valorize ainda mais essa pessoa que melhora o seu dia.

Maria Lopes e Artes.
Maria Lopes e Artes.
8 de maio Dia do Artista Plástico.
Pensando nisso, foi oficializado que todo 8 de maio serviria para celebrar o Dia do Artista Plástico. Assim, desde 1950 esta data é usada para comemorar e ressaltar o bonito trabalho que esses profissionais desempenham no desenvolvimento artístico do Brasil.
Origem da data
O dia 8 de maio foi escolhido porque remete ao dia do nascimento de José Ferraz de Almeida Júnior, um dos mais importantes artistas plásticos brasileiros do século XIX.
Nascido em 1851, na cidade de Itu, no interior paulista, Almeida Júnior é considerado um percursor da temática regionalista na pintura. Nas obras que fez ao longo da carreira, o artista explorou personagens caipiras e anônimos em situações corriqueiras.
Autoria de Lu Dias Carvalho
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A composição Amolação Interrompida, do pintor brasileiro Almeida Júnior, é outra de suas obras ligadas ao homem do campo, o seu tão prestigiado caboclo.
O quadro retrata uma paisagem rural, com apenas uma figura humana, o caipira, que se mostra trabalhando. Suas roupas humildes e sujas de barro retratam a sua dura faina: camisa branca, com mangas dobras nos antebraços, calças riscadas, enroladas próximas aos joelhos, e um lenço amarelo, com pequenas estampas cobrindo parte de seus cabelos negros. À direita, pendurado no cinto da calça, encontra-se uma enorme faca, dentro de uma bainha de couro.
O homem encontra-se num riacho, com uma pedra no meio, amolando o seu machado, fortemente agarrado pelo cabo de madeira, enquanto abana com a mão direita, cumprimentando alguém que vê, e, que interrompe o seu trabalho. Apesar de seu físico robusto e aparentemente jovem, seu corpo mostra as marcas da dura labuta e do sol. O rosto e o pescoço estão vincados por muitas rugas, enquanto veias salientes, próprias de quem pega no pesado, espalham-se pelos braços e pernas. A mão que cumprimenta é grossa, áspera e mostra os dedos com as unhas sujas.
Ao lado esquerdo do caipira estão seu chapéu de palha, no chão, e uma cabaça, dentro d’água, na beirada do riacho. Às suas costas está uma tábua, onde possivelmente a família lava roupa e vasilhames. Ao recurvar o corpo, o homem deixa à mostra o caminho que leva até a uma humilde casinha de barro, estando visíveis uma porta e duas janelas, uma de cada lado, dentro de um cercado de pau a pique. Próxima à casa, vê-se uma bandeira de santo, içada num mastro de madeira, o que mostra a religiosidade do caipira. Ao fundo, descortina-se uma mata.
Em muitas pinturas de Almeida Júnior, ele aventa a presença de uma segunda personagem, mas que não aparece no quadro. Em Leitura, ele mostra uma capa numa cadeira vazia, em Saudade, apresenta uma mulher com uma fotografia na mão, mirando-a, e em Amolação Interrompida, ele mostra o personagem gesticulando para alguém, como se se tratasse de uma fotografia.
Ficha técnica
Ano: 1894
Dimensões: 200 x 140 cm
Técnica: óleo sobre tela
Localização: Acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo, Brasil
Fonte de pesquisa
Almeida Júnior/ Coleção Folha
Sempre nos pedem que republiquemos alguns vídeos das transmissões da Parceria - Canal de Itaipuaçu / Maria Lopes e Artes.
Portanto atendendo a pedidos postamos por aqui para que matem a saudade das nossas manhãs de Sexta-Feiras.
Agradecemos a todos que de alguma forma participaram e vamos que vamos, vida que segue.
"Quem Sabe faz ao Vivo e a Cores."
O que é Sucesso, volta como replay das transmissões da Parceria Canal de Itaipuaçu / Maria Lopes e Artes.
"Quem Sabe faz ao Vivo e a Cores."Blog Maria Lopes e Artes e Canal de Itaipuaçu em Transmissão,
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Maria Lopes e Artes.
Fonte: Agência Senado
https://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2023/01/lei-que-institui-dia-do-trabalhador-da-cultura-e-sancionada?fbclid=IwAR2rWxfrvhJ4Bw2H36u6L2ltR35OF_wYzxuHyJ-oSiiq7Rbb_2Zq3Zm6Wjk
Nas definições, a cultura é dividida entre Patrimônio Material e Imaterial, sendo o Patrimônio MATERIAL protegido pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) que é composto por um conjunto de bens culturais classificados segundo a sua natureza conforme o 4 livros de tombo: Arqueológico, Paisagístico, Etnográfico, Histórico e Artístico.
Patrimônio IMATERIAL São as tradições que constituem a identidade cultural do povo com sentido de continuidade, contribuindo para promover a diversidade cultural e a criatividade.
Como exemplo as festas religiosas, a capoeira, do folclore e lendas, as celebrações, as danças e festas populares como o Carnaval, ritmos musicais, entre outras tradições. Ou seja, a cultura imaterial é a manifestações de elementos representativos de hábitos, práticas e costumes do povo, que se diferenciam conforme a sua região geográfica.
Para o IPHAN, o Patrimônio Cultural de um povo é formado pelo conjunto de saberes, fazeres, expressões e práticas, e seus produtos que remetem à história, memória e identidade desse povo.
A Proteção do Patrimônio Cultural
A proteção do patrimônio Cultural se faz ao se preservar e considerar bens como relevantes para a cultura de um povo, de uma região ou mesmo de toda a humanidade, visam também a salvaguarda e a proteção desses bens, como forma a que cheguem devidamente preservados às gerações vindouras. Preservem o nosso Patrimônio!
Qual a Identidade Cultural? Cultura Real e Cultura Oficial
Machado de Assis que viveu entre 1839 e 1908 dizia que no Brasil existem 2 países: O Brasil Oficial e o Brasil Real, e que todos nós somos deformados pelo Brasil oficial que tenta apropriar[1]se de “alguns protagonistas” construindo uma identidade artificial como simulacro da identidade cultural; mas... que nós devemos olhar para o Brasil REAL, o Brasil que realmente faz cultura, pois a cultura genuína acontece independente de qualquer política pública oficial de cultura, 2 sendo ela sim quem depende da cultura Real que normalmente é o resultado da resistência cultural dos povos brasileiros que o Brasil oficial tenta apropriar-se.
Será essa, ainda hoje, a realidade da maioria das cidades
brasileiras?
Essa é uma inversão frequente que vemos ainda hoje na maior parte dos gestores públicos brasileiros, na tentativa não de marcar a sua legítima identidade cultural, mais sim de obter controle sobre a cultura em seus territórios, políticos apropriando-se dos seus direitos culturais, dos fazedores de CULTURA, e quase sempre são mal destinados, seus recursos raras vezes chegam ao verdadeiro CEP de destino: os REAIS TRABALHADORES DA CULTURA!
Uma cidade
forte, tem uma cultura Forte! Assim como um país forte tem uma cultura forte!
Cultura de
verdade só é possível quando os próprios trabalhadores da cultura são
respeitados e valorizados!
Roteiro e
texto: Priscila Fontes.
Maria Lopes e Artes. Carnaval do Povão é na Intendente Magalhães. Intendente é do povão. Não não tem essa história de jurados da ala ...