terça-feira, 23 de janeiro de 2024

Participei da Confecção da "Boneca Abayomi", a Boneca da Felicidade. Maria Lopes.


Maria Lopes e  a Arte do Espetáculo 

A pedidos de Amigos do Blog Maria Lopes e Artes, republico a postagem 

Semana da Consciência Negra /2018 e a História da "Boneca  Abayomi."

" Boneça da Felicidade."

Rio de Janeiro, Republicação, 23/01/2024.



Participei  da Confecção da Boneca da Felicidade

"Boneca  Abayomi", nMuseu do Ingá. Niterói. RJ.

Para acalentar seus filhos durante as terríveis viagens a bordo dos tumbeiros – navio de pequeno porte que realizava o transporte de escravos entre África e Brasil – as mães africanas rasgavam retalhos de suas saias e a partir deles criavam pequenas bonecas, feitas de tranças ou nós, que serviam como amuleto de proteção. As bonecas, símbolo de resistência, ficaram conhecidas como Abayomi, termo que significa ‘Encontro precioso’, em Iorubá, uma das maiores etnias do continente africano cuja população habita parte da Nigéria, Benin, Togo e Costa do Marfim.

Semana da Consciência Negra 2018 e a História da Boneca da Felicidade




Niterói ganhou em  20 de Novembro de 2018 a estátua do líder quilombola
 Zumbi dos Palmares em homenagem ao
 Dia da Consciência Negra. 

 A escultura em bronze com 2 metros de altura, foi instalada no Gragoatá, 

próximo à entrada do campus da Universidade Federal Fluminense (UFF). 

A obra é do escultor e artista plástico  Rodrigo Pedrosa - Niteroiense.





Liga o Som. 

 








Em 20 de novembrocomemora-se no Brasil o Dia da Consciência Negra. Mas você sabe o motivo de escolha dessa data?
Foi nesse dia, no ano de 1695, que morreu Zumbi dos Palmares. Este foi a liderança mais conhecida do chamado Quilombo dos Palmares, que se localizava na Serra da Barriga, atual estado de Alagoas. A fama e o símbolo de resistência e força contra a escravidão mostrado pelos palmarinos fizeram com que a data da morte de Zumbi fosse escolhida pelo movimento negro brasileiro para representar o Dia da Consciência Negra. A data foi estabelecida pela Lei 12.519/2011.
Outro motivo para a escolha dessa data foi o fato de que no Brasil o fim da escravidão é comemorado em 13 de maio. Nesse dia, no ano de 1888, a princesa Isabel assinou a Lei Áurea que abolia a escravidão no Brasil. Porém, comemorar o fim da escravidão em uma data em que uma pessoa branca e pertencente à família real portuguesa, a principal responsável pela escravidão no Brasil, assinou uma lei pondo fim ao cativeiro faz parecer que a abolição foi feita pelos próprios escravistas. Faz com que a abolição fosse apresentada como um favor dos brancos aos negros.
A escolha do dia 20 de novembro serviu, dessa forma, para manter viva a lembrança de que o fim da escravidão foi conseguido pelos próprios escravos, que em nenhum momento durante o período colonial e imperial deixaram de lutar contra a escravidão.
Os quilombos não deixaram de existir quando Palmares foi destruído sob o comando do bandeirante paulista Domingos Jorge Velho. Vários outros quilombos foram formados nos duzentos anos após o fim de Palmares.
Mesmo nos anos finais da escravidão a ocorrência de fugas em massa de escravos das fazendas, a ocupação de terras e a realização de rebeliões foram muito importantes para que a Lei Áurea fosse assinada.
O fim da abolição não representou também o fim dos problemas sociais para os escravos libertados. O racismo e a resistência à inclusão dos negros na sociedade brasileira após a abolição foram também um motivo para se escolher o 20 de novembro como data para se lembrar dessa situação.
A resistência dos afrodescendentes não se fez apenas no confronto direto contra os senhores e forças militares, ela também ocorreu no aspecto religioso e cultural, como no candomblé, na capoeira e na música. Relembrar essas características culturais é uma forma de mostrar a importância dos africanos escravizados e de seus descendentes na formação social do Brasil.
São esses alguns dos objetivos da comemoração do Dia Nacional da Consciência Negra em 20 de novembro.
*Crédito da Imagem: http://agenciabrasil.ebc.com.br/





Grata ao visitante de Gatchina no Blog Maria Lopes e Artes

Maria Lopes e Artes.

Grata ao visitante de Gatchina no Blog Maria Lopes e Artes




 


Um passeio pelo enorme palácio onde viveram os imperadores Paulo I e Alexandre III durante 13 anos. O tamanho desta estrutura faz pensar mais uma vez na desigualdade que existia na Rússia. As paredes deste palácio viram de tudo, incluindo a revolução, quando a rica colecção de arte do palácio foi saqueada, e a guerra, quando um incêndio danificou gravemente o interior do palácio. Nos anos do pós-guerra chegou a albergar a Escola Hidrográfica Naval, que existiu até finais de julho de 1954


Programação do Espaço Cultural Correios de Niterói.

Maria Lopes e Artes 

Programação do Espaço Cultural Correios de Niterói.

23/01/2024




   


domingo, 21 de janeiro de 2024

sábado, 20 de janeiro de 2024

"Tivemos o ato “respeita minha cultura” com toda a população maricaense presente."

Blog. Maria Lopes e Artes

 Tivemos o ato “respeita minha cultura” com toda a população maricaense presente.

Devido aos crimes recentes cometidos pelo vereador Ricardo Netuno, como intolerância religiosa, racismo e exposição de menores, toda cidade foi mobilizada exigindo que as devidas providências sejam tomadas.
Após o ato, fomos até a casa da cultura com toda a multidão. Intolerância religiosa não!
Não ao racismo religioso!




Salve Oxossi. Preconceito Religioso é Crime..

Maria Lopes e Artes

Salve Oxossi. Preconceito  Religioso é Crime.. 




 

No dia 13/01/2024 completará 1 ano que foi sancionada pelo senado brasileiro a lei 14.532/2023  que equipara a injúria racial ao crime de racismo, sendo considerado a partir desta data como crime inafiançável.

Lei 7.716/1989 • Lei do Crime Racial que tipifica crimes resultantes de discriminação ou preconceitos de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.

Lei 7.716/1989 • Lei do Crime Racial que tipifica crimes resultantes de discriminação ou preconceitos de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.

"A intolerância religiosa é o ato de discriminar, ofender e rechaçar religiões, liturgias e cultos, ou ofender, discriminar, agredir pessoas por conta de suas práticas religiosas e crenças. A intolerância religiosa está marcada na história da humanidade, principalmente porque, no passado, era comum o estabelecimento de pactos entre as religiões, em especial as institucionalizadas, como o cristianismo, e os governos.

A religião foi um meio de demarcar o poder político e controlar a população. Houve, inclusive, um período em que os cristãos foram perseguidos e criminalizados no Império Romano. Hoje, o pensamento republicano e, em especial, a democracia impedem que, ao menos teoricamente, exista um vínculo direto entre Estado e religião, formando o que chamamos de Estado laico.

Infelizmente, a intolerância religiosa ainda é uma realidade que assola comunidades em todo o mundo. No Brasil, esse problema está relacionado majoritariamente ao racismo, pois a intolerância religiosa é praticada, em maior escala, contra os adeptos das religiões de matriz africana. Nesse caso, a intolerância religiosa carrega uma vontade de anular a crença associada aos povos originários da África."

Veja mais sobre "Intolerância religiosa" em: https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/intolerancia-religiosa.htm



Leis brasileiras combatem a intolerância religiosa

A intolerância religiosa é crime no Brasil e diversas leis asseguram a liberdade de culto e a proteção a quem queira professar a sua fé em território nacional. Começando pela Constituição Federal de 1988, que em seu artigo 5º, inciso IV, garante que “é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias”.

O Código Penal Brasileiro (Decreto-Lei 2.848/1940), em seu artigo 208, estabelece que é crime “escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”. A pena para estes atos é de detenção de um mês a um ano ou multa. E se houver emprego de violência, a pena é aumentada. E recentemente, a Lei nº 14.532/2023 acrescentou ao artigo 140 do Código Penal o parágrafo terceiro, que determina que, no caso do crime de injúria, se ela consistir na utilização de elementos referentes a religião ou à condição de pessoa idosa ou com deficiência, a pena para o crime será de reclusão de um a três anos e multa.

Já o Estatuto da Igualdade Racial (Lei 12.288/2010) tem, em seu capítulo III, quatro artigos que tratam do direito à liberdade de consciência e de crença e ao livre exercício dos cultos religiosos. O primeiro deles, o artigo 23, assegura que “é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias”; já o artigo 26 da Lei determina que “o poder público adotará as medidas necessárias para o combate à intolerância com as religiões de matrizes africanas e à discriminação de seus seguidores”.

Por fim, podemos citar a Lei 7.716/1989, que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor. De acordo com seu artigo primeiro “serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”.

https://www.defensoriapublica.pr.def.br/Noticia/Luta-contra-Intolerancia-Religiosa-tambem-e-trabalho-da-Defensoria-Publica

"As mães são os receptáculos vivos da sabedoria ancestral,"

Maria Lopes e Artes

 As mães são os receptáculos vivos da sabedoria ancestral, carregando dentro de si as histórias do nosso passado. Elas são as Raízes que nos aterram, os Ramos que estendem nosso alcance e a conexão sagrada com nossa Terra.





Imagem ilustrativa: https://ofuturoagora.com.br/2020/05/07/o-dia-das-maes-ao-redor-do-mundo/

Carnaval do Povão é na Intendente Magalhães.

  Maria Lopes e Artes.  Carnaval do Povão é na Intendente Magalhães.  Intendente é do povão. Não não tem essa história de jurados da ala ...