Carnaval 2024 em Duque de Caxias - Rio de Janeiro.
Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos do Grande Rio (ou simplesmente Grande Rio) é uma escola de samba brasileira do município de Duque de Caxias
Grata ao Visitante de Caxias no Blog. Maria Lopes e Artes.
Informações gerais
A Refinaria Duque de Caxias (Reduc) é uma das maiores do Brasil em capacidade instalada de refino de petróleo. A refinaria, que iniciou sua produção em 1961, ganha cada vez mais destaque no cenário nacional. Com uma logística privilegiada, responsável por 80% da produção de lubrificantes e pelo maior processamento de gás natural do Brasil, ela possui também o maior portfólio de nossos produtos (no total, são 55 produtos processados em 43 unidades). Localizada na Baixada Fluminense, impulsionou o nascimento de um forte polo industrial na região.
Terminais aos quais se liga
A Refinaria Duque de Caxias se liga aos Terminais de Ilha d’água, Ilha Redonda, Angra dos Reis, Cabiúnas, Campos Elíseos, Volta Redonda. Está interligada, também, à Refinaria Gabriel Passos (REGAP), em Betim (MG), e à Refinaria Henrique Lage (Revap), em São José dos Campos (SP).
Breve história
Em 9 de setembro de 1961, a refinaria iniciava a produção de combustíveis, direcionada primordialmente para o Rio de Janeiro e sua região de influência. Este foi um marco para o desenvolvimento industrial do Estado. Ao somar-se ao nosso parque de refino, que na época estava em fase de consolidação, a Refinaria Duque de Caxias foi crescendo em tamanho e importância.
Hoje a refinaria trabalha ligada a uma vasta rede de indústrias, garantindo suprimento às crescentes demandas do mercado por combustível, lubrificantes, petroquímicos e gás. Participa de forma intensiva da cadeia de gás natural, tanto na área de distribuição quanto na de fornecimento de insumos para a petroquímica.
A pedidos de Amigos do Blog Maria Lopes e Artes, republico a postagem
Semana da Consciência Negra /2018 e a História da "Boneca Abayomi."
" Boneça da Felicidade."
Rio de Janeiro, Republicação, 23/01/2024.
Participei da Confecção da Boneca da Felicidade
"Boneca Abayomi", no Museu do Ingá. Niterói. RJ.
Para acalentar seus filhos durante as terríveis viagens a bordo dos tumbeiros – navio de pequeno porte que realizava o transporte de escravos entre África e Brasil – as mães africanas rasgavam retalhos de suas saias e a partir deles criavam pequenas bonecas, feitas de tranças ou nós, que serviam como amuleto de proteção. As bonecas, símbolo de resistência, ficaram conhecidas como Abayomi, termo que significa ‘Encontro precioso’, em Iorubá, uma das maiores etnias do continente africano cuja população habita parte da Nigéria, Benin, Togo e Costa do Marfim.
Semana da Consciência Negra 2018 e a História da Boneca da Felicidade
Niterói ganhou em 20 de Novembro de 2018 a estátua do líder quilombola
Zumbi dos Palmares em homenagem ao
Dia da Consciência Negra.
A escultura em bronze com 2 metros de altura, foi instalada no Gragoatá,
próximo à entrada do campus da Universidade Federal Fluminense (UFF).
A obra é do escultor e artista plástico Rodrigo Pedrosa - Niteroiense.
Em 20 de novembrocomemora-se no Brasil o Dia da Consciência Negra. Mas você sabe o motivo de escolha dessa data?
Foi nesse dia, no ano de 1695, que morreu Zumbi dos Palmares. Este foi a liderança mais conhecida do chamado Quilombo dos Palmares, que se localizava na Serra da Barriga, atual estado de Alagoas. A fama e o símbolo de resistência e força contra a escravidão mostrado pelos palmarinos fizeram com que a data da morte de Zumbi fosse escolhida pelo movimento negro brasileiro para representar o Dia da Consciência Negra. A data foi estabelecida pela Lei 12.519/2011.
Outro motivo para a escolha dessa data foi o fato de que no Brasil o fim da escravidão é comemorado em 13 de maio. Nesse dia, no ano de 1888, a princesa Isabel assinou a Lei Áurea que abolia a escravidão no Brasil. Porém, comemorar o fim da escravidão em uma data em que uma pessoa branca e pertencente à família real portuguesa, a principal responsável pela escravidão no Brasil, assinou uma lei pondo fim ao cativeiro faz parecer que a abolição foi feita pelos próprios escravistas. Faz com que a abolição fosse apresentada como um favor dos brancos aos negros.
A escolha do dia 20 de novembro serviu, dessa forma, para manter viva a lembrança de que o fim da escravidão foi conseguido pelos próprios escravos, que em nenhum momento durante o período colonial e imperial deixaram de lutar contra a escravidão.
Os quilombos não deixaram de existir quando Palmares foi destruído sob o comando do bandeirante paulista Domingos Jorge Velho. Vários outros quilombos foram formados nos duzentos anos após o fim de Palmares.
Mesmo nos anos finais da escravidão a ocorrência de fugas em massa de escravos das fazendas, a ocupação de terras e a realização de rebeliões foram muito importantes para que a Lei Áurea fosse assinada.
O fim da abolição não representou também o fim dos problemas sociais para os escravos libertados. O racismo e a resistência à inclusão dos negros na sociedade brasileira após a abolição foram também um motivo para se escolher o 20 de novembro como data para se lembrar dessa situação.
A resistência dos afrodescendentes não se fez apenas no confronto direto contra os senhores e forças militares, ela também ocorreu no aspecto religioso e cultural, como no candomblé, na capoeira e na música. Relembrar essas características culturais é uma forma de mostrar a importância dos africanos escravizados e de seus descendentes na formação social do Brasil.
São esses alguns dos objetivos da comemoração do Dia Nacional da Consciência Negra em 20 de novembro.
Grata ao visitante de Gatchina no Blog Maria Lopes e Artes
Um passeio pelo enorme palácio onde viveram os imperadores Paulo I e Alexandre III durante 13 anos. O tamanho desta estrutura faz pensar mais uma vez na desigualdade que existia na Rússia. As paredes deste palácio viram de tudo, incluindo a revolução, quando a rica colecção de arte do palácio foi saqueada, e a guerra, quando um incêndio danificou gravemente o interior do palácio. Nos anos do pós-guerra chegou a albergar a Escola Hidrográfica Naval, que existiu até finais de julho de 1954