"Matéria Prima", que conta com a curadoria de Jorge Mendes, apresenta 120 obras de 18 artistas que a partir de materiais descartados, caixotes de madeira, garrafas plásticas, papelão, sobras de tecidos, latas e sucata em geral, encontraram uma fonte para desenvolver seus trabalhos. A mostra tem abertura agendada para a quarta-feira, 27 de novembro, às 18h, fica em cartaz até 27 de abri de 2025.
Além das obras apresentadas, foi criado um setor em homenagem a Estamira Gomes de Souza, que viveu duas décadas em um aterro sanitário situado em Jardim Gramacho, Duque de Caxias. A história de Estamira foi contada em um documentário dirigido por Marcos Prado e uma de suas falas serviu de inspiração para o título do enredo campeão da Acadêmicos da Grande Rio: "Fala, Majeté! Sete Chaves de Exu".
Outros dois "penetráveis" foram construídos com o intuito de gerar visibilidade para as produções realizadas pelos artistas Hernandes José da Silva, que aos 96 anos ainda produz artisticamente e é proprietário da Casa Museu Rancho Verde, localizada no Morro do Bumba, em Niterói, e o artista Renato Pascoal, falecido em 2023. Sua casa, localizada na rua Novo Mundo, no bairro de Botafogo, foi toda decorada com materiais recolhidos por ele nas feiras e ruas da cidade do Rio de Janeiro.
Artistas
Lena Martins; Deneir Martins; Elpídio Barreto Lisboa (Maradona); Lua Sauerbronn; Raimundo Rodriguez; João Maturo; Getúlio Damago; Bianca Branco; Rafael Monsenhor; Marcelo da Conceição; Erenilton Otamy; Luiz Carlos Marques; José Antônio da Penha (Da Penha); Eraldo Ferreira Cardozo Filho; Juan Pablo dos Santos Araújo; Marlon Dias de Oliveira; Renato Pascoal e Hernandes José da Silva
Serviço
Exposição "Matéria Prima"
Curadoria: Jorge Mendes
Abertura: Quarta-feira, 27 de novembro, às 18h
Visitação: De 28 de novembro a 27 de abril de 2025
Horário: Terça a domingo, de 10 às 17h
Entrada: Gratuita
Classificação: Livre
Local: Museu Janete Costa de Arte Popular
Endereço: R. Pres. Domiciano, 178 - São Domingos, Niterói
https://marialopesblog.wordpress.com/2024/12/01/exposicao-materia-prima-museu-janete-costa/






























O projeto Jovens Escritores é uma iniciativa coordenada por professores especializados em literatura e que, desde 2001, tem por objetivo trabalhar a poesia livre e a escrita autônoma com alunos do ensino fundamental e médio. Neste dia 30, participe do lançamento da coletânea “Aos olhos da poesia”, cujos autores são alunos do Colégio Estadual David Capistrano.
A exposição convida o visitante a explorar tanto os aspectos técnicos quanto as histórias humanas envolvidas na construção da ponte. O evento oferece uma viagem pela história dessa grande obra, destacando as experiências pessoais das pessoas que contribuíram para sua construção e cujas vidas estão entrelaçadas com a história da ponte.
Focada em quatro gerações de artistas brasileiros, a exposição apresenta a pesquisa da artista visual Mary Dutra, que investiga a vida e obra de seus antepassados. Essa abordagem pessoal convida o público a compreender melhor suas próprias histórias através da conexão com seus antepassados, destacando a importância de resgatar e conservar essas memórias.
A proposta da ceramista Michele Rocha é aliar ciência, arte e espiritualidade em uma convergência para criar uma experiência sensorial e interativa. A exposição faz uma conexão com o cotidiano da mulher moderna, utilizando bronze e cerâmica em uma rica paleta de cores naturais.
A artista visual Regina Helene apresenta imagens que emergem do inconsciente pessoal e coletivo, quebrando as restrições da razão e estabelecendo a imaginação como fonte criativa das obras, que possuem uma estética mitológica e simbólica. Curadoria de Lia do Rio.
A exposição “Círculos da Terra – Mandalas e a Essência Feminina”, organizada por Michele Rocha, reúne ceramistas do grupo Junta Cerâmica de Niterói. A instalação apresenta mandalas de cerâmica suspensas, compondo uma Árvore da Vida que simboliza ciclos de transformação, união e renovação.
A mostra traz uma reflexão do cotidiano daqueles que sobrevivem nos centros urbanos. Inspirado pela realidade que nos cerca – vendedores ambulantes, trabalhadores informais, pedintes e pessoas em situação de rua – o ensaio visual busca expressar um olhar poético e crítico sobre a exploração humana e a precarização do trabalho.




















