quarta-feira, 19 de março de 2014

ARMIK CARTAS DE AMOR Romantic Spanish




A arte da vida.

Posted: 17 Mar 2014 07:02 AM PDT
Nascidos no dia 11 de março de 2011
[ 3.11 ] Vidas que trouxeram alegria e esperança!
No dia 11 de marco de 2011, a tristeza invadiu o coração não só dos japoneses como do mundo todo. Foi o maior terremoto e tsunamiem toda a história do Japão. Milhares de vidas foram ceifadas de uma forma trágica e muitos sobreviventes tiveram que se deparar com a perda de muitos dos seus entes queridos.

Mas como tudo que acontece em nossas vidas, a vida continua em seu ciclo interminável e a esperança acendeu no coração dos japoneses com o nascimento de mais de 100 crianças nas áreas afetadas ao mesmo tempo que a tragédia tomava conta das cidades costeiras das regiões de Miyagi, Iwate e Fukushima.
Pra essas crianças e suas famílias, dia 11 de março não é só tristeza. É alegria também já que estão comemorando o seu aniversário. Acredito que todos os pais dessas crianças querem que apesar de tudo, elas tenham um sorriso no rosto e não deixem de forma alguma que a esperança abandone o coraçãozinho delas.
Há 2 anos atrás, a UNICEF publicou a história de crianças nascidas nesse dia fatídico, na qual tiveram que enfrentar tão cedo as incertezas do amanhã. Tão frágeis e já tiveram que enfrentar as dificuldades que o tsunami acarretou, dormindo em abrigos em meio a um frio terrível, com escassez de água e energia elétrica.
O amor dos pais, incondicional como deve ser, com certeza acalentou e aqueceu esses corações tão jovens. E os pais, tão fragilizados com a situação, perceberam que mesmo nos momentos mais tristes, sempre há uma razão para sorrir e cultivar a esperança dentro de si. A vida não terminou! Ela continua, como deve ser!

Veja como foi o nascimento dessas crianças

Nascidos no dia da tragédia
Família Nagao (Ishinomaki City, Miyagi Prefecture)
O bebê da família Nagao nasceu às 07h48. Assim que o pai chegou ao hospital, a terra começou a tremer tudo. Foi um caos no hospital, muitos gritos, pessoas tentando se proteger de um possível desmoronamento, até que o alerta de tsunami foi acionado. O primeiro andar do hospital foi invadido pelas ondas e a família teve que ficar 5 dias dentro do hospital, aquecendo o bebê com a ajuda de cobertores, pois o frio estava muito intenso. Felizmente tudo acabou bem e Ryuta é o xodó da família.
Nascidos no dia da tragédia 3
Família Nishimura (Cidade de Sendai, Miyagi Prefecture) 
O bebê nasceu às 13:13. O terremoto começou bem na hora que a mãe se preparava para amamentá-lo. A reação claro, foi de cobrir o bebê com seu corpo para protegê-lo. Naquela noite não havia eletricidade, estava nevando e fazia muito frio. “Foi uma experiência aterrorizante que nos fez entender a importância da vida“.
Nascidos no dia da tragédia
Família Sato (Minami Sanriku-cho, província de Miyagi)
Para a família Sato, o parto do pequeno Haruse, salvou toda a família da tragédia. A mãe deu à luz às 4:17 e sua mãe e seu marido estavam lá na hora do parto. Não fosse isso, o pai estaria trabalhando em uma casa de repouso em Minami Sariku-cho, e provavelmente teria morrido junto com os outros 50 funcionários da clínica. Graças ao pequeno Haruse, a família Sato continua unida e muito feliz.
Nascidos no dia da tragédia
Família Ishida (Cidade de Sendai, Miyagi Prefecture)
Ao mesmo tempo que ocorria o terremoto, a mãe de Taizo sentia forte contrações. Ele decidiu ir para o hospital mesmo sabendo que não havia energia. O bebê nasceu às 15:56 sobre um sofá de um escritório. Para protege-lo do frio, ela o envolveu com seu casaco. O parto não foi fácil, pois Taizo estava com o cordão umbilical em volta do pescoço, mas tudo acabou bem. “Quando meu filho crescer, vou ter orgulho de dizer-lhe que lutei e fiz de tudo para que ele nascesse em paz e com saúde“.
Nascidos no dia da tragédia
Família Matsuhashi (Cidade de Sendai, Miyagi Prefecture)
A mãe deu à luz no hospital às 11:04. A pequena nasceu com uma doença cardíaca, mas seu pai, como funcionário público teve que ir a outra cidade auxiliar os resgates. No hospital, mãe e filha passaram por muitas dificuldades como falta de comida, água e energia. “Mas isso simplesmente não era nada, comparado a tudo que passou.”
Nascidos no dia da tragédia 5
Família Segawa (Cidade de Sendai, Miyagi Prefecture)
O terremoto ocorreu quando a mãe estava em trabalho de parto. Devido às circunstâncias, mãe e pai refugiaram-se em uma escada de emergência. O pai disse: “Estava nevando e a minha esposa já estava sentindo as contrações”. O bebê nasceu lá mesmo no local, mesmo com todo o improviso, sobre uma maca às 15:23. “Disse para minha esposa ser forte, que tudo ficaria bem. Depois que tudo se acalmou, fomos para um abrigo, onde fomos recebidos com muita alegria e aplausos”.
Nascidos no dia da tragédia 4
Família Kawaguchi (Nihonmatsu City, Prefeitura de Fukushima)
O terremoto ocorreu quando a mãe Yukiko estava no meio do trabalho de parto. Ela se refugiou no estacionamento do hospital, dentro do carro, com o assento inclinado e um futon, e foi nesse local improvisado que sua filha nasceu às 15:13.
Yukiko lembra: “A sorte foi que o médico e as enfermeiras estavam calmos. A situação era precária… Não havia água quente para banhar o bebê e a enfermeira teve que escrever a hora do nascimento na sola do pé do bebê, para não esquecer“. Para a família Kawaguchi, o nascimento da Haruki foi mesmo um milagre e seus pais decidiram colocar o kanji「 生 」em seu nome, cujo significado é viver.
Lindas histórias não é gente?! Tão bom saber que essas novas vidas trouxeram alento para os corações fragilizados desses pais, que em meio a tantas perdas, ganharam algo valioso que é um filho. Acredito que essas crianças ao crescerem e ouvirem suas histórias, vão aprender sobre a importância da vida e a esperança. ;)
E a vida segue seu curso, assim como deve ser…https://mail.google.com/mail/u/0/#inbox/144d51aa97ac7339?compose=144dcec58f955d1d%2C144dcc0fe250daa9

terça-feira, 18 de março de 2014

Eu Pescador






E vamos eu e a solidão 
a caminho do mar
canoa e coração 
deixam pra traz a terra o cais 
partem buscando vendavais
ah meu peito de sonhador 
sabe os abismos do amor 
como a canoa os do mar 

Eu que fiz dos meus sonhos meus navios 
eu que fiz velas de rimas 
de canções com meu pesqueiro
eu que armei redes de estrelas
ainda espero em tesões e sereias
quem ficou de me encontrar

De sol em sol cruzando o mar
calmarias sonhei co coração a paz
de provou de querer bem 
mais sopram outros vendavais 
ai meu peito de pescador 
sabe que a lua passou
finda a maré de pescar

Eu que dei os meus sonhos meus navios 
que troquei mares por frios 
que aportei o meu pesqueiro
nas paragens do desejo 
ainda guardo pra alguém o meu beijo
e a luz de corais 

Eu que aporteu nas paragens do desejo 
ainda guardo pra alguém o meu beijo
e a doce flor 





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