Get a feel for the activities and beautiful landscapes you can experience on a once in a lifetime adventure when you visit Nunavut.
https://youtu.be/mJed4AbuRyM?si=3Gq33FlOenXvBJcK
A Mongólia é pobre em terras férteis e os rigores do clima não ajudam no cultivo. Durante muitos anos, o pastoreio era a principal atividade.
Atualmente, muitos habitantes imigram temporariamente para Taiwan, Coreia do Sul e China com o intuito de trabalhar.
Na capital se concentra 45% da população do país e cada vez mais, os nômades abandonam seu modo de vida ancestral para se fixar em Ulan Bator.
Atualmente, o turismo tem atraído visitantes em busca das paisagens exuberantes, da rica natureza e da espiritualidade renascida após a queda do comunismo.
O atual território da Mongólia era ocupado por distintas tribos nômades. O líder de uma delas, Genghis Khan, se impõe como um guerreiro que foi capaz de uni-las em torno a um objetivo comum. Assim, forma um exército poderoso que conquistou e manteve uma considerável extensão territorial que incluía a China.
Por sua vez, após a morte do neto de Genghis Khan, o Império passa a ser atacado constantemente pelos chineses até serem absorvidos por estes. A independência em relação à China só aconteceria em 1921.
Após o fim da Segunda Guerra Mundial, o país passaria à influência soviética adotando o socialismo e até o alfabeto cirílico para escrever seu idioma.
Com o colapso da URSS, a Mongólia passa bruscamente da economia planificada e estatal, para a economia de mercado em 1992.
Atualmente, o que se vê é um país cheio de contrastes entre a tradição e a modernidade, pobreza e riqueza.
A maioria dos habitantes é pobre e vivem com US$ 1,95 dólares por dia.
O Festival da Águia é celebrado durante o mês de outubro, em Olgii, na Mongólia
A cultura mongólica é rica em tradições e está centrada na vida nômade dos seus habitantes.
A hospitalidade é observada com o rigor e o visitante se surpreende com a amabilidade como são recebidos e com a abundância de comida.
A natureza ocupa um lugar central, pois o país tem altas montanhas, estepes e o maior deserto da Ásia. Desta maneira, o cavalo e a águia tornaram-se companheiros do ser humano a fim de ajudá-los no deslocamento e na caça.
Um dos maiores festivais mongóis é dedicado à águia. Caçadores de todo o país mostram sua destreza em caçar com este animal. Também acontecem corridas de cavalos e várias disputas durante o festejo.
As festas mais populares do país são a celebração do Ano-Novo mongol "Tsagaan sar" em janeiro e fevereiro. Também em julho ocorre a Festa Nacional, "Naadam", comemorada dias 11, 12 e 13.
Maria Lopes e Artes
Cada año cuatro días antes del miércoles de ceniza (sábado, domingo, lunes y martes) el pueblo se engalana con su carnaval, dónde las ahora cinco cuadrillas: “Barrio del Peine, Cuadrilla la Palma, La Nueva/ Cuadrilla del Centro, Barrio La Palma/ La Palmita y La Nuevita, alegran el pueblo.
A pesar de tocar y bailar la misma música, todas y cada una de la cuadrillas tienen algo en particular que las distingue de las demás. La vestimenta. Mientras que el Barrio del Peine, sale a las calles luciendo traje negro, La Cuadrilla de La Palma y La Palmita, bailan al ritmo de la música con sus llamativos trajes repletos de colores, y por último, La Cuadrilla del Centro y la Nuevita se encargan de portar la elegancia usando traje blanco, marcando así cada una la diferencia.
Cuatro días después de miércoles de ceniza, el carnaval regresa para alegrar al pueblo con: "El Toro", en dónde todos salen al estilo vaquero, charro, adelita, etc, para bailar por las calles con temas como Silverio, España y el famoso Guajito, entre otras.
Los carnavaleros apodados ahora toreros, bailan en círculo mientras dos personas con cuernos de toro dentro, intentan cargar y derribar al torero que hayan escogido para la hazaña.
Sin sutileza dejan caer bruscamente a los hombres, a diferencia de las mujeres y los niños que los tiran al suelo con más delicadeza.
El Toro dura únicamente un día (domingo)
A la siguiente semana, Ixtapan despide el carnaval con su última festividad apodada: "La Viuda" en dónde sus participantes bailan vestidos de animales, super heroes, monstruos o cualquier otro disfraz que sea llamativo.
Anteriormente, La Viuda salía a las calles con el ritmo de la chirimía pero con el paso de los años la costumbre se fue perdiendo y actualmente bailan con banda.
La Viuda al igual que El Toro, duran únicamente un día (domingo).
Veja mais:https://es.wikipedia.org/wiki/Santa_Isabel_Ixtapan

O maracatu nação ou maracatu de baque virado é um tipo de maracatu, umritmo musical, dança e ritual de sincretismo religioso com origem no estado de Pernambuco. Trata-se do mais antigo ritmo afro-brasileiro.
É formado por um conjunto musical percussivo que acompanha um cortejo real. Os grupos apresentam um espetáculo repleto de simbologias e marcado pela riqueza estética e pela musicalidade. O momento de maior destaque consiste na saída às ruas para desfiles e apresentações no período carnavalesco.
É formado por um conjunto musical percussivo que acompanha um cortejo real. Os grupos apresentam um espetáculo repleto de simbologias e marcado pela riqueza estética e pela musicalidade. O momento de maior destaque consiste na saída às ruas para desfiles e apresentações no período carnavalesco.
O registro mais antigo que se tem sobre o maracatu nação data de 1711, mas o ano de sua origem é incerto. O que se sabe é que ele surgiu em Pernambuco e vem se transformando desde então.
Maracatus Nação em frente à Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos — Olinda, Pernambuco, Brasil
Os cortejos de maracatu são uma tentativa de refletir as antigas cortes africanas. Os negros, ao serem sequestrados e vendidos como escravos, trouxeram para o Brasil suas raízes e mantiveram seus títulos de nobreza.
O cortejo é composto por uma bandeira ou estandarte abrindo as alas. Logo atrás, segue a dama do paço, que carrega a mística calunga, representando todas as entidades espirituais do grupo.[5]
Atrás dela, seguem as iabás (popularmente chamadas de baianas) e, pouco depois, a corte e o rei e a rainha dos maracatus. Os títulos de rei e rainha são passados de forma hereditária. Essa ala representa a nobreza da Nação.
De cada lado seguem as escravas ou catirinas, normalmente jovens, que usam vestimentas de chitão.
Mantendo o ritmo do desfile, seguem os batuqueiros. Os instrumentos são diversos: alfaias, que são tambores, caixas ou taróis, ganzás e abês, esses conduzidos por mulheres que vão à frente desse grupo e que fazem, do seu toque, um espetáculo a parte.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Maracatu_na%C3%A7%C3%A3o#/media/Ficheiro:Maracatus_na_Igreja_do_Ros%C3%A1rio_dos_Pretos_de_Olinda.jpg
Maria Lopes e Artes. Carnaval do Povão é na Intendente Magalhães. Intendente é do povão. Não não tem essa história de jurados da ala ...