sábado, 21 de junho de 2025

O Rio de Janeiro a capital do Samba continua lindo.

Maria Lopes e Artes 

O Rio de Janeiro a capital do Samba continua lindo.





 

24 de junho Aniversário da Unidos do Viradouro

 24 de junho Aniversário da  Unidos do Viradouro 

A Unidos do Viradouro foi fundada em 24 de junho de 1946 por Nelson Jangada, Nelson Braga, Roque Soares, Paulo Braga, Juci, Ataíde, Ercília Guedes, Maria Ana, Oto Braga, Telinho, Lindolfo dos Santos, Otacílio Nascimento, Ito Machado Villaça Guedes, entre outros



https://youtube.com/shorts/YAI6LmD4MAM?si=XnQBSEGxr5OZ1WuL

18 de junho, Dia da Imigração Japonesa no Brasil.


Maria Lopes e Artes

 18 de junho, Dia da Imigração Japonesa no Brasil.

Este é o Sakura Bus, biblioteca pública, itinerante, em plena primavera, quando as cerejeiras fazem o espetáculo. Tokyo - Japão.
Leituras Livres
* imagem: Dozen Books (FB).

Xande de Pilares é o enredo do Jacarezinho do Carnaval 2026

 

Maria Lopes e Artes 
Xande de Pilares é o enredo do Jacarezinho do Carnaval 2026

quinta-feira, 12 de junho de 2025

UNIÃO DE MARICÁ LEVARÁ A HISTÓRIA DOS BALANGANDÃS PARA A SAPUCAÍ

 Maria Lopes e Artes 

 UNIÃO DE MARICÁ LEVARÁ A HISTÓRIA DOS BALANGANDÃS PARA A SAPUCAÍ 

         

UNIÃO DE MARICÁ LEVARÁ A HISTÓRIA DOS BALANGANDÃS PARA A SAPUCAÍ

Em 2026, a União de Maricá será a sexta Escola a desfilar no sábado de Carnaval, 14 de fevereiro



A União de Maricá revelou neste sábado, 07, o enredo que levará à Marquês de Sapucaí no Carnaval de 2026, na Série Ouro. Criado por Leandro Vieira, “Berenguendéns e Balangandãs” mergulha na história da joalheria produzida por negros no Brasil, tendo o balangandã — sua confecção, simbolismo de poder e uso como poupança financeira por mulheres pretas — como mote principal para o desenvolvimento do desfile. O anúncio foi feito durante uma grande festa na quadra da Escola, em Maricá, por meio de um vídeo em parceria com a Cultne, com texto do próprio carnavalesco e narração da poetisa Elisa Lucinda.
Para Leandro Vieira, autor do enredo e responsável pelo desenvolvimento de fantasias e alegorias, a proposta não apenas resgata e exalta uma estética de força e beleza, como também dialoga com pautas afrocentradas de caráter afirmativo.
- Esse conjunto de peças pendentes presas à cintura das mulheres pretas reúnem farto material iconográfico de estética exuberante. São frutas bordadas, animais estilizados em ouro e prata, objetos de marfim, azeviche e corais. Isso, embora visualmente sedutor e profundamente carnavalesco, é apenas parte dessa história de beleza. Junto da penca há todo o universo social e religioso que os associa a um modo de se impor numa sociedade escravocrata, de reinvenção do sagrado e de liberdade conquistada por mulheres empreendedoras que se exibiam cobertas por joias, afirma o carnavalesco.
A penca de balangandãs, objeto transformado em enredo, é uma insígnia de liberdade e um símbolo do poder de mulheres pretas escravizadas que conquistaram autonomia, ascensão social e econômica em uma sociedade profundamente marcada pelo racismo. Tradicionalmente confeccionado em ouro ou prata, o adorno representa a força e resistência das mulheres negras que alcançaram a liberdade de forma autônoma, tornando-se o artigo mais emblemático da joalheria preta produzida no Brasil.
Objeto central, o conjunto de pingentes em formato de frutas, figas e outros berloques também era utilizado como amuleto e exibido na cintura como forma de ostentação pública e poder. Inspirados por um misto de referências africanas e portuguesas, os adornos se popularizaram durante os períodos colonial e imperial do Brasil e, ao serem ostentados, impunham status e afirmavam a identidade de quem os usava.
Em 2026, a União de Maricá será a sexta Escola a desfilar no sábado de Carnaval, 14 de fevereiro
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Lei Berenice Piana de Piana instituiu a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com transtornos do espectro autista.

 Maria Lopes e Artes 

Lei Berenice Piana de Piana instituiu a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com transtornos do espectro autista.

Berenice Piana de Piana (Dois Vizinhos, 18 de agosto de 1958)] é uma militante brasileira, co-autora da lei 12.764, sancionada em 28 de dezembro de 2012, que leva seu nome: a Lei Berenice Piana, que instituiu a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com transtornos do espectro autista. Esta lei reconhece o autismo como uma deficiência, estendendo aos autistas, para efeitos legais, todos os direitos previstos para pessoas com algum tipo de deficiência.[4]

Berenice é mãe de três filhos, sendo o caçula autista, o que lhe motivou à luta em defesa das pessoas com esse transtorno. Por conta disso, ela idealizou a primeira clínica Escola do Autista do Brasil, implantada em Itaboraí, no Rio de Janeiro, em abril de 2014 além de participar da criação de leis em defesa do autista em vários municípios e estados brasileiros.

Lei Berenice Piana

Lei Nº12.764 (Lei Berenice Piana)
PropósitoInstituir a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtornos do Espectro Autista
Local de assinaturaBrasília
AutoriaIniciativa Popular
Signatário(a)(s)Dilma Rousseff e os ministros referendantes.
CriadoAprovada na Câmara dos Deputados e no Senado Federal
RatificaçãoSancionada em 28 de dezembro de 2012

Sancionada em 2012, a lei 12.764, ou Lei Berenice Piana, se tornou o primeiro caso de sucesso no senado como legislação participativa e até hoje constitui-se como objeto de estudo de advogados, juristas e estudantes de Direito

Esta lei reconhece o autismo como uma deficiência, instituindo a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtornos do Espectro Autista e prevê a participação da comunidade na formulação das políticas públicas voltadas para os autistas, além da implantação, acompanhamento e avaliação da mesma

Por considerado os autistas como pessoas com deficiência, todos os direitos das pessoas com deficiência também passam a acolher as pessoas com esse transtorno. Assim, as pessoas com Transtorno do Espectro Autista e sua família passam a poder utilizar todo o serviço que a Assistência Social tem a oferecer no município onde reside. Também tem o direito à educação com atendimento especializado garantido pelo Estado

Com a Lei, fica assegurado o acesso a ações e serviços de saúde, incluindo: o diagnóstico precoce, o atendimento multiprofissional, a nutrição adequada e a terapia nutricional, os medicamentos e as informações que auxiliem no diagnóstico e no tratamento. Da mesma forma, a pessoa com autismo terá assegurado o acesso à educação e ao ensino profissionalizante, à moradia, ao mercado de trabalho e à previdência e assistência social.[7]

Honrarias

  • Embaixadora da paz pela ONU e União Européia, título reconhecido pelo Ministério das Relações Exteriores.[9]
  • 2017 - Título de Cidadã Anapolina, por sua luta em prol da pessoa com autismo no Brasil

Damos Boas-Vindas ao nosso novo seguidor: "Planeta Samba."

Maria Lopes e Artes recebe Planeta Samba como nosso mais novo seguidor. 

Grata por sua presença no Maria Lopes e a Arte do Espetáculo.

Damos Boas-Vindas ao nosso novo seguidor:

"Planeta Samba."




                        




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Carnaval do Povão é na Intendente Magalhães.

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